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Arquivo de maio, 2011

segunda-feira, 30 de maio de 2011 cultura | 13:59

Lindsay Lohan como você nunca viu

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Lindsay Lohan começa a cumprir pena de prisão.

Lindsay Lohan deixa seio à mostra na praia.

Lindsay Lohan cumprirá pena como faxineira em necrotério.

Lindsay Lohan faz ensaio sensual antes de voltar para a cadeia.

Estamos acostumados a ver Lindsay Lohan envolvida em escândalos, no noticiário policial ou como objeto de desejo de Charlie Sheen.

Pois a atriz será tema de obra que estará no mais conhecido evento de arte do mundo, a Bienal de Veneza, que acontece entre 4 de junho e 27 de novembro.

A atriz está em “Lindsay Lohan”, vídeo de um minuto e meio de Richard Phillips, artista norte-americano nascido em 1962 e conhecido por pinturas de teor pop em larga escala.

“Lindsay Lohan” levou apenas algumas horas para ser filmado. Artista e musa se falaram pela primeira vez no dia das filmagens e ela não recebeu grana pela participação. Abaixo, o filme. Outras fotos do vídeo, aqui.

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sexta-feira, 27 de maio de 2011 música | 10:12

Austra: do lírico ao pop

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Aos 10 anos, Katie Stelmanis  entrou para um coro operístico em sua cidade natal, Toronto (Canadá). Estudou canto lírico e pretendia se formar em música clássica na faculdade. Mas pouco antes de começar o curso, desistiu. Trocou a ópera pelo pop.

Hoje Stelmanis é líder e vocalista do Austra. Na banda (um trio, completado por um baixista e uma baterista), a poderosa voz de Stelmanis é emoldurada por melodias às vezes dark, às vezes dançantes, mas sempre quentes e marcantes.

Lembra outros dois bons nomes que usam tons eletrônicos de maneira austera: The Knife e Planningtorock.

O Austra lançou há pouco o primeiro disco, “Feel it Break”, pela Domino. É muito, muito bom. Dificilmente encontramos tanta unidade e força no álbum de estreia de uma banda. Uma de minhas preferidas é “Lose It”. Abaixo, ela mais “Beat and the Pulse” e “The Choke”.

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quinta-feira, 26 de maio de 2011 Cultura pop | 15:58

Moby fotógrafo

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A foto acima foi tirada por Moby, de um quarto de hotel em Chicago, durante uma noite de insônia.

O músico explica aqui. E, aqui, o Flickr dele.

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quarta-feira, 25 de maio de 2011 música | 15:44

O arrastão de Lady Gaga

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Não é novidade que Lady Gaga tornou-se a maior artista pop do mundo. O que chama a atenção é como o fenômeno Gaga cresce tanto mesmo em um mundo tomado por crises e pirataria.

Lady Gaga no Radio 1 Big Weekend, na Inglaterra - Getty Images

“Born This Way”, o segundo disco de Gaga, lançado na segunda-feira (23 de maio), vendeu, APENAS NAS LOJAS ONLINE DA APPLE E DA AMAZON, entre 250 mil e 350 mil cópias. E APENAS NAS PRIMEIRAS 24 HORAS.

Deve-se levar em conta que essas vendas foram ajudadas pela decisão da Amazon de comercializar o disco por apenas US$ 0,99 (preço normalmente cobrado por apenas uma faixa). A versão “luxo” de “Born This Way”, com 22 canções em vez das 14 do álbum “normal”, custa US$ 12,99 na Amazon e US$ 15,99 na Apple. (Sobre as vendas, ainda não há números quanto ao formato físico do disco.)

Até agora, o disco campeão de vendas de 2011 é “21”, de Adele, lançado em janeiro e já comprado por 4,6 milhões de pessoas. Será que “Born This Way” ultrapassará “21”? Provavelmente, em poucas semanas. Dentro da Universal, a gravadora de Gaga, estima-se que o álbum venda 850 mil cópias na primeira semana.

Lady Gaga é um fenômeno cultural e mercadológico, demonstrado por dados e números.

Foi a artista que mais ganhou dinheiro em 2010:  US$ 30,5 milhões

Com a Monster Ball Tour, encerrada no início de maio, arrecadou US$ 227 milhões e foi assistida por 2,5 milhões de pessoas; é a maior turnê de estreia da história

“Born This Way” já foi baixada 2,6 milhões de vezes (contando somente downloads legais)

“Born This Way” é a música a chegar mais rapidamente ao topo da parada do iTunes (menos de 3 horas)

Foi a primeira artista, em outubro de 2011, a ultrapassar a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube

É recordista de seguidores no Twitter, com 10 milhões

É a celebridade mais poderosa do mundo, segundo a “Forbes”

É tema de um curso na Universidade da Carolina do Sul intitulado “Lady Gaga e a Sociologia da Fama”

Com o lançamento de “Born This Way”, Lady Gaga faz um arrastão no noticiário pop. Só dá ela. De entrevista no “New York Times” à capa da “Rolling Stone” dos EUA.

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terça-feira, 24 de maio de 2011 música | 12:31

Tyler, the Creator x "Cidade de Deus"

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Já comentei aqui sobre o Tyler, the Creator, novo nome tão interessante quanto polêmico. O líder do coletivo Odd Future lançou há pouco seu primeiro álbum, “Goblin”, e o vídeo oficial da faixa “Yonkers”.

Agora surge um novo vídeo, nada oficial. Um videomaker, Miguel Bidarra, fez um clipe da faixa “Analog” usando imagens de “Cidade de Deus”.

Não é uma novidade (para Bidarra). Ele já havia feito coisa semelhante com The Weeknd, Gill Scott-Heron e Radiohead. Estão todos aqui.

Abaixo, Tyler, the Creator versus “Cidade de Deus”.

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música | 11:42

Bob Dylan, 70

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Bob Dylan completa 70 anos neste 24 de maio.

Dylan em 1962

A data motivou o iG a produzir material para ilustrar a importância de Dylan para a cultura pop (e não apenas pop). Quais as 20 canções mais emblemáticas do cantor? Aqui estão nossas escolhas (junto com as dez piores, em lista feita pela americana “Time”). O autor de “The Times They Are A-Changin”  extrapola a música – é analisado e reverenciado em livros e filmes, inclusive com mostra a ser exibida em São Paulo. E, entre alguns dos fatos curiosos de sua extensa carreira, está o de ter sido o Brasil o único lugar a ver Dylan e Rolling Stones tocando juntos “Like a Rolling Stone”.

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Bob Dylan é questão de fé. Seus fãs assistem aos shows como ritos de passagem. Escutam suas canções com a certeza de que, ali, têm alguém em quem ACREDITAR. Dylan, sabe-se, sempre recusou o papel de ídolo. Nunca propagandeou suas letras (pelo contrário, sempre refutou significados atribuídos a elas); nunca marquetou sua imagem; nunca alavancou discos e shows com a ajuda de entrevistas ou aparições em TV.

Para muitos (me incluo nessa), os grandes momentos de Dylan estão em seus primeiros 15 anos de carreira. Entre os 1960 e meados dos 1970, era ele quem melhor traduzia em música as transformações sociais e de costumes. O mundo mudou, e Dylan mudou (à sua maneira) com o mundo. Nos últimos anos, temas como morte, desolação e solidão permeiam suas canções.

Não é uma carreira constante. Pode-se argumentar que os anos 1980 foram duros com Dylan, que outros artistas representam de maneira mais apropriada os dias de hoje, mas isso pouco ou nada importa para quem é fã de Dylan. Porque (pego emprestado uma definição deste texto): Ser um fã de Dylan significa estar em uma viagem, e essa viagem nunca termina.

Abaixo, Johnny Cash em “Don’t Think Twice, it’s Alright”.

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segunda-feira, 23 de maio de 2011 Cultura pop | 13:06

Novo 'Curb Your Enthusiasm'

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Saiu o trailer da oitava temporada de “Curb Your Enthusiasm”, série do genial Larry David (genial na TV, não quando faz filme do Woody Allen).

“Curb” vai reestrear nos EUA em 10 de julho. A sétima temporada foi um dos pontos altos do seriado – David relembrou ótimos tempos ao chamar o elenco de “Seinfeld” para participar de alguns episódios.

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quinta-feira, 19 de maio de 2011 música | 22:18

Joni Mitchell em duas versões

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Não tenho muita paciência para Joni Mitchell. Nem tanto pelas letras, mas seu jeito de cantar não me desce. Mas não dá para ignorar sua importância para a música. Ela é adorada por muita gente – e muita gente diferente.

Prince, por exempo, idolatra Joni Mitchell – fez referências a ela em músicas e capa de disco. Madonna já a colocou como influência e artistas como Hole e Cat Power, entre tantos outros, já fizeram covers.

Dois novos nomes estão relembrando Mitchell. Um é a banda canadense Austra, que mexeu com muita propriedade em “Woodstock”. Há pouco tempo, James Blake fez uma linda versão de “A Case of You”.

Abaixo, Austra.


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Aqui, James Blake.

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Cultura pop | 21:27

Amy Poehler (e Giselle)

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Comediante de muitos recursos, Amy Poehler nos entorta de rir com pequenos gestos e frases econômicas. Não precisa mais do que isso.

Fez parte de uma das épocas de ouro do “Saturday Night Live” – com Jimmy Fallon, Tina Fey, Darrell Hammond, Horatio Sanz -, no início dos anos 2000, e hoje é protagonista do seriado “Parks and Recreation”.

“Parks” está indo bem nos EUA (pelo menos de crítica) e fez com que Poehler estampasse a capa da mais recente “New York”. Parte da sessão de fotos está abaixo. E a “nossa” Giselle está lá.

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quarta-feira, 18 de maio de 2011 música | 13:23

Joy Division desconstruído

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Da África do Sul, surge um novo Joy Division.

Mexer em clássicos é sempre um perigo. Como melhorar ou mesmo acrescentar algo relevante a uma obra estabelecida, testada pelo tempo? A chance de passar vergonha é enorme.

Spoek Mathambo, de 25 anos, não teve medo de colocar as mãos em “She’s Lost Control”, uma das mais conhecidas músicas do Joy Division. E não se deu mal.

Mathambo desconstrói “She’s Lost Control”. A aflição conduzida pela voz angustiante de Ian Curtis é transformada em um delírio dançante e hipnótico.

A “Control” de Mathambo ganhou um vídeo não menos interessante, filmado por uma dupla de fotógrafos sul-africanos em um local perto da Cidade do Cabo.

Se  muito da boa música pop feita atualmente está cada vez mais espalhada por diferentes lugares do mundo, devemos olhar para Spoek Mathambo.

É um cara que parece prestar atenção em tudo, e essa atitude se reflete em sua música. Ela tem rap, house, electro, rock, humor, drama.

Ele lançou disco no ano passado, “Mshini Wam”. E, detalhe: foi eleito pela “GQ” um dos homens mais bem vestidos da África do Sul.

Abaixo,  “Don’t Mean to be Rude”. Mais infos e vídeos no site dele.

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