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Arquivo de junho, 2011

quinta-feira, 30 de junho de 2011 Cultura pop | 19:00

E se Picasso desenhasse super-heróis?

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O trio de fotógrafos/designers Wonder Bros se inspirou em Picasso para redesenhar alguns dos mais conhecidos super-heróis dos quadrinhos.

Vi aqui. E dá para comprar os desenhos aqui.

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quarta-feira, 29 de junho de 2011 música | 19:47

De novo, Spoek Mathambo

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Sou obrigado a voltar ao sul-africano Spoek Mathambo, que já frequentou este blog por causa da versão que ele fez de “She’s Lost Control”, do Joy Division.

Ele acaba de assinar contrato com a Sub Pop (que já foi gravadora do grunge, do CSS e agora abre espaço para nomes como o ótimo Shabazz Palaces) e lança uma nova faixa, “Put Some Red On It”.

Se eu gostasse de clichês, escreveria que a música é um “caldeirão sonoro”. Mas prefiro apenas deixar, abaixo, o grave de “Put Some Red On It”.

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música | 17:15

Smith Westerns: ou como envelhecer antes de virar adulto

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Envelhecer não é dos verbos mais queridos do rock. Mas a banda Smnith Westerns trata do tema com delicadeza e apropriado humor.

“Eu quero envelhecer antes de me tornar um adulto/ Eu quero morrer de cabeça erguida” são os primeiros versos de “All Die Young”, uma das várias excelentes faixas de “Dye it Blonde”, o segundo disco desse quarteto de Chicago.

“All Die Young” é uma balada dramática e colorida, na tradição do glam rock de David Bowie e T. Rex. Mas tem também o apelo melódico do britpop (“Definitely maybe I will live to love” é outro trecho da música, em que a banda faz questão de citar o primeiro disco do Oasis).

“Dye it Blonde” foi lançado no início deste ano. É um dos mais completos discos que eu ouvi neste ano. Talvez porque consiga transmitir sentimentos antagônicos sem pieguice. Tristeza e alegria, maturidade e inconsequência, esperança e desolação.

A ótima “Weekend” está no clipe abaixo.

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terça-feira, 21 de junho de 2011 Cultura pop | 17:55

Caricaturas

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O ilustrador canadense Dominique Philibert é especialista em caricaturas de personalidades (músicos, atores, políticos).

Seus desenhos estão no novo “Illustration Now! Portraits”, que a Taschen lançou há pouco. O paulista Daniel Bueno também está no livro.

O site dele.

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segunda-feira, 20 de junho de 2011 Cultura pop | 17:42

Uma formatura, um vídeo

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Os alunos da Clovis High, na Califórnia, celebraram o final do ano escolar com um vídeo espetacular.

Em apenas uma tomada, a câmera passeia pela escola e filma cerca de 600 estudantes que dublam “Livin’ on a Prayer”, do Bon Jovi, e “Firework”, da Katy Perry.

O vídeo foi dirigido por Chrissy Prandini, da direção do colégio, e levou dois meses de planejamento/ensaios. Não deixe de assistir até o final, quando a câmera chega ao estádio.

Foi colocado no YouTube no início de junho. Já tem mais de 50 mil visualizações.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011 cultura | 07:11

Animais velhos

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Ficamos loucos com filhotes, mas quem dá a mínima para os animais velhos?

A fotógrafa americana Isa Leshko se importa. E fez um ensaio sobre.

O cavalo Handsome One, 33 anos

A porca Teresa, 13 anos

A égua Moonie, 32 anos

O peru Marino, 5 anos

Ganso, 28 anos

O cachorro Blue, 19 anos

A loba Kiri, 17 anos

O cachorro Red, 14 anos

A gata Sophie, 19 anos

A cachorra Kelly, 11 anos

Galo de idade desconhecida

Mais sobre o ensaio e sobre Isa Leshko, aqui.

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quarta-feira, 8 de junho de 2011 música | 16:55

Mais Foster the People

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A banda dona da espetacular “Pumped Up Kicks” lançou há pouco o primeiro disco, “Torches”. Vale correr atrás, porque traz faixas como a new wave “Color on the Walls”.

O Foster the People está em turnê americana – com a maioria dos shows esgotados. Depois, vão à Europa (Glastonbury etc.). Brasil? Difícil. Estão com agenda cheia até outubro.

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terça-feira, 7 de junho de 2011 música | 13:32

Tensnake

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Tensnake é um produtor da Alemanha que tem ótima mão para criar faixas dançantes.

É dele “Coma Cat”, indispensável para entendermos a dance music em 2010. E é dele também remixes para Aloe Blacc, Hercules & Love Affair.

Ele solta agora o vídeo para “Something About You”, que está em novo disco.

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música | 12:49

Metallica versus Iron Maiden

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Está acontecendo uma discussão curiosa no rock. Qual é a melhor banda: Metallica ou Iron Maiden?

A questão foi levantada pela revista britânica “Kerrang”, que completou 30 anos há pouco e, para celebrar a data, pediu aos seus leitores que escolhessem a melhor banda de rock das últimas três décadas – deu Metallica, seguido por Green Day (o Iron Maiden apareceu em terceiro lugar).

James Hetfield, do Metallica, em show em abril - Getty Images

O vocalista do Iron, Bruce Dickinson, esquentou a história. Disse o seguinte à revista “Metal Hammer”: “Eles podem ser maiores que nós e podem vender mais ingressos que nós e podem ter mais fãs burgueses de classe média em seus shows, mas eles não são o MAIDEN”.

Entendo o que o Bruce Dickinson quer dizer. O Iron Maiden nunca teve a pretensão de experimentar, de se aproximar de outros estilos, de se enturmar com quem está na moda. São tradicionalistas – fazem o mesmo tipo de música, com as mesmas referências nas letras, há 30 anos. Não que isso seja um problema: na música, no cinema, nas artes, muita gente descobre uma fórmula que funciona e se agarra a ela. Talvez a única fase mais distinta do Maiden tenha sido com o Blaze Bailey, no meio dos anos 1990 (não por acaso, o período comercialmente e artisticamente mais pobre do grupo).

Já o Metallica sempre teve um pouco mais de ambição. Thrash metal no início, na época de Cliff Burton; após a morte do baixista, com a entrada do Jason Newsted, fizeram “… And Justice for All”, mais lento e sério; depois veio a aproximação com o pop do “álbum preto”; deram uma bola fora ao entrar na discussão sobre direitos autorais por meio de brigas com os próprios fãs que baixavam músicas pelo Napster; voltaram às raízes trash com “Death Magnetic”, o mais recente disco.

Não que o Metallica seja uma banda inovadora, totalmente original, mas por arriscar um pouco mais (alguém imagina um baixista como Robert Trujillo no Iron Maiden?), tem a minha preferência. Estive no Morumbi, na última turnê deles pelo Brasil, no início do ano passado. Show bem pesado, com músicas de todas as fases do grupo. Quero ver de novo no Rock in Rio.

*****

O Álvaro Pereira Jr. encerrou a coluna “Escuta Aqui”, que ele pilotava há 15 anos no “Folhateen”, da Folha. Uma pena, pois, goste ou não das opiniões do Álvaro, seus textos são muito bem escritos: claros, precisos, bem argumentados. Não fica em cima do muro, não faz média com ninguém, não está preocupado se vão falar bem ou mal dele no Twitter. A notícia só não é mais triste porque o Álvaro passará a escrever aos sábados, na “Ilustrada”, no mesmo jornal.

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segunda-feira, 6 de junho de 2011 música | 13:38

O porradão de Rashid

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Comentei aqui um tempo atrás sobre como muita coisa legal está saindo do rap, não só lá fora, mas também no Brasil (Criolo, Emicida, Rincon Sapiência etc.).

Dá para incluir mais um nome na lista. Rashid, MC que lança no próximo dia 18, no clube Hole, em SP, a mixtape “Dádiva & Dívida”.

O show de lançamento é no dia 18, mas a mixtape já pode ser encontrada em algumas lojas de São Paulo (em outras cidades, daqui a alguns dias).

Com 23 anos, o paulistano Rashid está ganhando espaço no circuito de rap do país. Faz música desde os 12 anos; depois, passou a participar de batalhas de rimas. No ano passado, lançou um  EP. “Dádiva & Dívida” é resultado desse amadurecimento.

O disco tem 15 músicas, com vários produtores diferentes criando as batidas. “Acredito que não se faz uma música boa sozinho, isolado”, Rashid falou a este blog.

“A mixtape ficou com a cara que eu imaginava. No ano passado, lancei o EP e ali o público ficou com uma certa impressão do meu trabalho. Mas você vai crescendo, mudando algumas ideias. A coisa de defender um caminho, a rua, a cultura de bairro, isso continua  dentro. Mas mudei a roupagem das músicas, a interpretação.”

Muitas das bases das canções da mixtape já estavam prontas. Outras, como “Porradão de 5”, foram “encomendadas” por Rashid: “Disse para ele [o produtor Damien Seth] o que queria, o tipo de energia da batida”.

Frenética, pesada, “Porradão de 5” vinha sendo cantada em shows, mas com uma base diferente: o vocal era colocado em cima da batida de “Beamer, Benz or Bentley”, do Lloyd Banks. “Ficou diferente no disco, é mais para cima. Tem um sample de funk carioca que dá uma abrasileirada nela”.

Para comprar “Dádiva & Dívida” por R$ 5 (frete não incluso), mande e-mail para mcrashid.vendas@gmail.com.

Abaixo, “Porradão de 5”.


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