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Arquivo de agosto, 2011

quarta-feira, 31 de agosto de 2011 música | 18:05

Aloe Blacc no Bourbon Street, em São Paulo

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A elegância de Aloe Blacc está em toda parte. Na combinação colete cinza-camisa vinho-chapéu preto; nas charmosas vocalistas de apoio; nos ótimos músicos de sua banda; na sua música que flui suavemente pelo soul, pelo rap, pelo r&b, pelo gospel.

Aloe Blacc no Bourbon Street; foto: Marlene Bergamo

No show que fez nesta terça-feira (30 de agosto) no Bourbon Street, em São Paulo, havia quase dez pessoas (entre músicos e vocalistas de apoio) no pequeno palco. Mesmo assim, Aloe Blacc achava espaço para dançar, deslizando seus passos em movimentos precisos.

Seus principais hits ficaram para a parte final da apresentação. Subiu ao palco após uma introdução com a  melodia de “I Need a Dollar”. Seguiu-se, então, faixas aveludadas de r&b, como “You Make Me Smile”. Uma versão dançante de “Femme Fatale”, do Velvet Underground, mostrou a versatilidade de Aloe Blacc.

“Good Things” e “Loving You Is Killing Me” foram dois dos pontos altos do show. O público estava quente – muita gente cantando e dançando. “I Need a Dollar” provou a capacidade de Aloe Blacc de criar melodias irresistíveis. No bis, teve até uma versão de “California Dreaming” (The Mamas & The Papas). Música datada? Desgastada? Na voz de Aloe Blacc é a canção mais esperançosa do mundo.

A noite foi ainda mais memorável graças ao Tinariwen. A banda de tuaregues tocou antes de Blacc – o evento foi parte do festival Back2Black, que havia ocorrido antes no Rio. Não dá para entender nada do que cantam, mas as músicas saem sem grandes oscilações, em um transe rítmico. É sempre ótimo quando grupos tão distantes dos padrões pop tenham espaço em festivais brasileiros.

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música | 14:48

Willie Nelson faz cover de Coldplay

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Nesta quarta acordei com a notícia de que Jack White havia se juntado ao Insane Clown Posse pra fazer uma música que tem até trecho de uma melodia do Mozart.

Achei que nada poderia ser mais esquisito do que isso. Mas aí encontro essa: Willie Nelson fez um cover de “The Scientist”, do Coldplay, para uma campanha publicitária de uma rede norte-americana de restaurantes mexicanos. Sério.

A versão ganhou até um clipe em stop-motion, sobre um fazendeiro que se arrepende de ter industrializado sua produção.

“The Scientist” é uma GRANDE música do mediano Coldplay. Abaixo, a versão country do Willie Nelson.

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Cultura pop | 13:53

Letras líquidas

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O artista russo Ruslan Khasanov trabalha bastante com tipografia. Ele já havia criado uma “fonte líquida”, Au Revoir, feita a partir de tinta diluída em papel molhado.

Seu mais recente projeto segue nessa linha: é uma “fonte líquida animada”.

Vi aqui.

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terça-feira, 30 de agosto de 2011 cultura | 18:11

Beijos

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Um casal nu se beijando, visto de cima e representando o símbolo yin-yang.

Assim é a série “Kiss”, do fotógrafo inglês Andy Barter.

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quarta-feira, 24 de agosto de 2011 Cultura pop | 19:02

Fubar: filme registra guerra mundial entre cães e gatos

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Esse é talvez o filme mais legal do ano.

“Fubar” é um curta de 8min23seg sobre uma guerra mundial entre cachorros e gatos. Foi feito pelo estúdio Hasraf HaZ Dulull, com fotografias e animação manipuladas em softwares 3D.

Abaixo, o filme. O making of pode ser visto aqui.

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terça-feira, 23 de agosto de 2011 Cultura pop | 18:46

Vodca de bacon

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Bacon é bom com qualquer coisa, certo?

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011 música | 20:27

Um livro, um clipe

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Nunca fui fã do Decemberists – a banda americana me parece muito apoiada em rock de guitarra dos anos 1980-1990 (REM, Death Cab for Cutie); não me empolga.

Mas o quinteto liderado por Colin Meloy lançou em 2011 “The King Is Dead”, seu sexto e talvez mais bem-sucedido disco. Chegou a ficar em primeiro lugar na parada da Billboard (não que isso queira dizer muita coisa atualmente) e fez da banda um nome constante no circuito de festivais/talk shows do hemisfério Norte.

Eles acabam de lançar um clipe para “Calamity Song”. A música é OK, mas o que me interessa aqui é o clipe.

O vídeo foi dirigido por Michael Schur, um dos criadores do seriado “Parks and Recreation”. Além de trabalhar na televisão, Schur é obcecado por “Infinite Jest”, catatau de 1.079 páginas escrito por David Foster Wallace em 1996. (O escritor cometeu suicídio em 2008.)

O livro é considerado um dos grandes romances contemporâneos de língua inglesa. Tem dezenas e dezenas de personagens e uma história cheia de curvas.

Bem, no livro, Wallace inventa um jogo, o “Escathon”, que mistura tênis com “War” (resumindo, em uma quadra semelhante à de tênis, é desenhado um mapa do mundo. Os jogadores têm de causar danos aos oponentes).

O clipe de “Calamity Song” é feito em torno de uma partida de escathon. Colin Meloy leu “Infinite Jest” e até faz uma citação do livro. Schur soube da história e se ofereceu para dirigir o clipe. (Schur até comprou os direitos para o cinema de “Infinite Jest”.)

Abaixo, o clipe de “Calamity Song”.

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quinta-feira, 18 de agosto de 2011 cultura | 12:44

O dia e a noite em uma foto

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O fotógrafo Stephen Wilkes criou a série “Day to Night”, na qual registra locais de Nova York durante o dia e a noite.

Ele passou cerca de 10 horas em um mesmo ponto para captar as imagens – tanto de dia quanto de noite. Depois, fez uma espécie de colagem transformando as dezenas de fotos em uma única imagem.

A série entra em exibição em setembro na galeria Clamp Art, em Nova York.

O Highline

Central Park

Times Square

Washington Square

Park Avenue

Gramercy Park

Flatiron Building

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quarta-feira, 17 de agosto de 2011 Cultura pop, música | 17:36

Tom Waits como você nunca viu

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A música é “God’s Away On Business”.

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terça-feira, 16 de agosto de 2011 Sem categoria | 13:57

Uma música, três versões

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Tune-Yards (a grafia correta é tUnE-yArDs) é a banda da faz-tudo Merrill Garbus. E é também dona do comentadíssimo disco “Who Kill”, uma miríade de ritmos e desenhos vocais.

A faixa “Gangsta” é a minha favorita. “What’s a boy to do if he’ll never be a gangsta?/ Anger in his heart, but he’ll never be a gangsta/ (…) What’s a girl to do if she’ll never be a rasta?/ Singing from her heart, but she’ll never be a rasta”. Boa.

Abaixo, “Gangsta” em três versões.

Original:

Ao vivo, no Jimmy Fallon, com parte do Roots:

Em um remix do Adrock, do Beastie Boys:

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