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Arquivo de agosto, 2011

terça-feira, 16 de agosto de 2011 Cultura pop | 12:34

A vida de Darth Vader, Hitler e Jesus… em pictogramas

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Os pictogramas voltam a este blog.

Já passaram por aqui pictogramas que traduziam músicas pop.

O H-57, um estúdio de design de Milão, criou uma série de pôsteres em pictograma para representar a história de gente como Hitler, Darth Vader, Michael Jackson e Jesus.

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sábado, 13 de agosto de 2011 Cultura pop | 15:27

Retratos com palavras

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Huy Lam é um fotógrafo e artista vietnamita que vive em Toronto. Entre seus principais trabalhos, há uma série de retratos feitos a partir de palavras ou expressões.

Mais no site dele.

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sexta-feira, 12 de agosto de 2011 Cultura pop, música | 19:43

Jay-Z e Kanye West: tudo para dar errado

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Jay-Z e Kanye West vão fazer um disco juntos. É o tipo de ideia que tem tudo para dar errado.

Primeiro porque reúne o popstar dono do maior ego do planeta (Kanye West) e um rapper que ultimamente parecia preocupado apenas com a marca que seu nome se transformou (Jay-Z).

As notícias que saíram em seguida não foram animadoras. Jay-Z vai colocar a mulher, Beyoncé, para cantar em uma das faixas? Vão usar um sample de “Try a Little Tenderness”, uma das mais conhecidas melodias da soul music?? Querem virar Puff Daddy???

Kanye West e Jay-Z

Mas “Watch the Throne”, o disco, deu muito certo. Porque Kanye West não esqueceu como se produz beats, e Jay-Z ainda é das vozes mais afiadas do rap.

Kanye produz quase todas as faixas (e ainda recebe ajuda de Swizz Beatz, Neptunes, RZA); e Frank Ocean (Odd Future) e Mr. Hudson (além de Beyoncé) aparecem nos vocais.

“No Church in the Wild” inicia o disco e consegue abrir espaço tanto para divagações teológicas (“What’s a king to a god?/ What’s a god to a non-believer?/ Who don’t believe in anything?”) como para citações a Sócrates e Platão. E fica ótimo.

“Lift Of”, com Beyoncé, é o ponto fraco do disco. Tudo é exagerado: o vocal de Beyoncé, o sintetizador dance-pop farofa. “Niggas in Paris” coloca o álbum na linha novamente. Jay-Z canta sobre um beat simples, mas infalível. A letra é deliciosamente nonsense: “What’s Gucci, my nigga?/ What’s Louie, my killa?/ What’s drugs, my deala?/ What’s that jacket, Margiela?”.

E aí vem “Otis”. Um dos truques mais baratos – e usados – por gente com fiapo de talento é “criar” música apoiando-se em samples conhecidíssimos. “Otis” poderia ser mais um desastre. Mas, com a voz de Otis Redding ao fundo, Jay-Z e Kanye emendam rimas com charutos, cubanos, dominicanos, até terminar com “Lord, please let them accept/ the things they can’t change/ And pray that all of their pain be champagne”. Gênios.

“Gotta Have It” é viciantemente enfumaçada; “Why I Love You” tem um refrão climático que me lembrou TV on the Radio (?!?!); “Murder to Excellence” tem coral inocente e melodia meio quebrada; Em “New Day”, Kanye diz: “I’ll never let my son have an ego/ He’ll be nice to everyone, wherever we go”. Auto-crítica? E vem a ironia: “I mean, I might even make them be Republican/ So everybody knows he loves white people”.

Em “That’s My Bitch”, Kanye cita Basquiat, enquanto Jay-Z lista Mona Lisa e Marilyn Monroe até “voltar à minha Beyoncé”. “Who Gon Stop Me” aparece como uma pedrada, com batida pesada e nervosa.

Músicas, discos e shows que juntam pesos-pesados quase sempre entregam menos do que prometem. “Watch the Throne” é uma (tremenda) exceção.

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Cultura pop | 12:58

Super-heróis

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Super-heróis representados por dois pontos de vista diferentes:

– Em sua essência mais primal;
– Como figura frágil e sexy.

O primeiro ponto de vista é do designer Marko Manev. Ele desenhou pôsteres minimalistas de personagens da Marvel.

O segundo é de JKB Fletcher. Suas pinturas são como fotografias de mulheres em momentos vulneráveis e belíssimos.

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quarta-feira, 10 de agosto de 2011 cultura | 20:31

O carro que sonha

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Braincar é o carro que sonha, projeto do artista holandês Olaf Mooij.

É, basicamente, uma enorme escultura multimídia colocada na traseira de um carro.

Durante o dia, o “cérebro” capta imagens dos locais visitados pelo carro. À noite, ele exibe essas imagens remixadas.

Está exposto no ZKM, em Karlsruhe (Alemanha).

Vi aqui. Abaixo, um vídeo com o carro sonhando.

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música | 13:58

Toro y Moi – How I Know

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Quando uma ótima música encontra um ótimo clipe.

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terça-feira, 9 de agosto de 2011 Sem categoria | 16:51

A música, os protestos e The Jam

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O britânico Dorian Lynskey escreveu “33 Revolutions Per Minute: A History of Protest Songs“, livro que lista diversas canções de protesto e contextualiza o momento em que foram feitas. Foi editado na Europa e nos EUA no início do ano.

Nesta terça, Lynskey postou um excelente texto sobre os distúrbios londrinos em blog no Guardian. Para ele, a violência que tomou as ruas de Londres poderia ter como trilha “Ghost Town”, emblemático hit dos Specials.

“Ghost Town” foi lançada em junho de 1981, quando Londres também convivia com tumultos – motivados por questões raciais e sociais. O Specials tentava traduzir o início da era Thatcher no Reino Unido.

Mas poucas músicas conseguiram sintetizar desesperança, raiva, funcionar como um grito para levantar o traseiro da cadeira como “Going Underground”.

Foi lançada um pouco antes de “Ghost Town”, em 1980, pelo The Jam.

O Jam era um trio liderado por Paul Weller, guitarrista e vocalista. Teve uma vida curta: o primeiro álbum saiu em 1977; o último, em 1982. Você dificilmente verá um disco do Jam em listas de melhores discos -porque o Jam nunca lançou um disco realmente ótimo. Mas poucos conseguiram retratar uma época como o Jam, graças a músicas espetaculares: “That’s Entertainment”, “Town Called Malice”, “In the City”, “Down in the Tube Station at Midnight”, “Eton Rifles”.

E “Going Underground”. Não saiu em nenhum disco da banda, apenas em single. Weller tinha 22 anos. Seu inconformismo, revolta (e uma certa ingenuidade) transbordam pela música.

“Going Underground” chegou ao topo da parada britânica. Mas não foi o suficiente para acalmar Weller. Ele acabou com o Jam em 1982. Porque estava com 24 anos. Achava que estava velho para esse tipo de canção.

Abaixo, o vídeo de “Going Underground”. Em seguida, a letra.

Some people might say my life is in a rut,
But I’m quite happy living with what I got
People might say that I should strive for more,
But I’m so happy I can’t see the point.
Somethings happening here today
A show of strength with your boy’s brigade and,
I’m so happy and you’re so kind
You want more money – of course I don’t mind
To buy nuclear textbooks for atomic crimes

And the public gets what the public wants
But I want nothing this society’s got –
I’m going underground, (going underground)
Well the brass bands play and feet start to pound
Going underground, (going underground)
Well let the boys all sing and the boys all shout for tomorrow

Some people might get some pleasure out of hate
Me, I’ve enough already on my plate
People might need some tension to relax
[Me?] I’m too busy dodging between the flak

What you see is what you get
You’ve made your bed, you better lie in it
You choose your leaders and place your trust
As their lies put you down and their promises bust
You’ll see kidney machine replaced by rockets and guns

And the public wants what the public gets
But I don’t get what this society wants
I’m going underground, (going underground)
Well the brass bands play and feet start to pound
Going underground, (going underground)
[So] let the boys all sing and let the boys all shout for tomorrow

We talk and we talk until my head explodes
I turn on the news and my body froze
Braying sheep on my TV screen
Make this boy shout, make this boy scream!

Going underground, I’m going underground!

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Cultura pop | 12:44

Como um gato nos vê?

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011 música | 20:52

Sweet Sweet Lies

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Sweet Sweet Lies. Não sei muito sobre eles. Sei que formaram a banda em 2007, em Brighton (Inglaterra), e que um de seus integrantes toca trumpete. Mas o que importa é que eles acabam de lançar a MARAVILHOSA “Capital of Iceland”.

“Capital of Iceland” nos transporta para um mundo habitado por Ray Davies (Kinks), Johnny Cash, Jack White, gente com o coração partido, gente com o coração remendado.

Se a música é uma espécie de country sujo, rápido, a letra mostra que esses caras não são amadores. “I won’t look back on what we had/ Because you are a misery”, canta Dominic Von Trapp sobre a garota 1, e depois, sobre a garota 2: “She is tall and much more pretty/ And she knows the capital of Iceland”.

“Capital of Iceland” impressiona, mas não é a única joia da banda. A balada “The Day I Change” é tão crua e ácida que quase deixa de ser uma balada.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011 Cultura pop | 17:50

Filmes B

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Como ninguém tinha pensado nisso antes? Redesenhar pôsteres de produções clássicas com estética de filmes B.

A ideia foi do Cracked, que fez um concurso com seus leitores.

Tem mais (incluindo o vencedor) aqui.

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