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Arquivo de setembro, 2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011 Cultura pop | 12:45

Seu gato pode ser DJ

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Cat Scratch. Aqui.

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segunda-feira, 26 de setembro de 2011 música | 18:14

Banda jj faz cover de clássico dos anos 1980

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“I just wanna use your love toniiiiiiiiiight/ I don`t wanna lose your love toniiiiiiight”.

Ah, anos 1980.

Os versos acima são de “Your Love”, música da banda inglesa Outfield que fez ENORME sucesso nos anos 1980 – e ainda é bastante tocada/cantada até hoje.

Bem, “Your Love” ganhou novo significado com o cover feito pela Elin Kastlander, uma das metades da dupla sueca jj (assim, em minúsculas).

Cover legal é assim: desconstrói a versão original e nos dá algo completamente novo.

A original:

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sábado, 24 de setembro de 2011 música | 16:10

Claudia Leitte é o menor dos problemas do Rock in Rio

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Claudia Leitte está servindo de alvo principal das críticas feitas ao Rock in Rio 2011. Como uma cantora de axé é escalada para um festival de rock?, é a questão que resume as pedradas atiradas ao festival.

Mas Claudia Leitte é o menor dos problemas do Rock in Rio.

O Rock in Rio nunca foi um festival apenas “de rock”. Em 1985, o evento teve James Taylor, Al Jarreau, Elba Ramalho. Em 1991, New Kids on the Block, A-ha, Lisa Stansfield, Roupa Nova. Em 2001, Daniela Mercury, Milton Nascimento, Sandy & Junior, ‘N Sync.

Se fosse feito apenas por bandas “de rock”, seria muito chato. E não vejo problema em ser realizado em Madri ou Lisboa. Rock in Rio é uma marca muito maior do que o “rock” e o “rio” que carrega em seu nome.

O Rock in Rio não é como o SWU, por exemplo, para o qual você compra um ingresso que te dá um pacote de bandas. No Rock in Rio, compra-se ingresso para a noite que se quer ir. Não gosta de Claudia Leitte? Basta não comprar o ingresso para aquele dia.

Os problemas do festival são outros.

É trocar um nome fundamental da música de hoje, como Jay-Z, por uma banda inexpressiva como Maroon 5.

É escalar como headliner uma banda como Guns N’ Roses, que tocou no próprio Rio de Janeiro apenas um ano atrás.

É trazer de volta ao Brasil alguém como Lenny Kravitz, que não produz nada relevante há algum tempo e que fez shows por aqui num passado recente.

É fazer da tenda eletrônica apenas um acessório e, assim, negligenciar boas atrações como Luciano, Gui Boratto, Hercules & Love Affair e Masters at Work.

É obrigar o público a esperar uma hora e meia por um show e acabar uma noite às 4h.

É fazer o público sofrer com arrastões.

É não conseguir encontrar uma maneira de evitar irritantes problemas de trânsito.

É proibir a entrada de bebidas e comidas e cobrar preços abusivos dentro do evento.

Claudia Leitte é o de menos.

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011 Cultura pop | 13:32

Ícones da música pop em formato de vinil

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O designer espanhol Alejandro de Antonio Fernández criou uma série de ilustrações de ícones da música pop em formato de vinil.

Vi aqui.

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011 música | 19:53

R.E.M.

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E o R.E.M. acabou.

Banda com 15 discos e 30 anos de vida. Ajudou a criar o termo “alternativo” no pop; Peter Buck, um excepcional conhecedor de música, fazia de sua guitarra um instrumento áspero e doce (ao mesmo tempo); colocava temas políticos e sociais em suas letras sem soar ingênua; criava melodias refinadas sem qualquer traço de pedantismo.

Ainda há algo para escrever sobre o R.E.M.? Sempre há. Mas deixo aqui uma pequena homenagem à banda, com músicas de “Up”.

Meu disco preferido do R.E.M. não é nenhum do ótimo início, lá no começo dos anos 1980, com as guitarras altas, a urgência das letras. Nem pertence à fase pop de meados dos anos 1990. Meu disco preferido do R.E.M. é “Up”, que é criminosamente “impopular” tanto entre fãs quanto entre críticos.

Talvez porque “Up” não tenha um hit imediato, riffs memoráveis de guitarra. É uma coleção de canções intimistas, delicadas, às vezes até melancólicas.

“Walk Unafraid”, “Sad Professor”, “Lotus” e “At My Most Beautiful” são faixas lindas, lindas. Músicas que continuo ouvindo e, mais de dez anos depois, não se desgastam. Michael Stipe é uma das figuras mais inteligentes e sensíveis do rock.

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Cultura pop | 12:49

Keep calm and drink and smoke

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Ilustração inspirada em “Mad Men”. Daqui.

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música | 09:46

St. Vincent, Rapture, Drums e 'mid-table obscurity'

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Dance-punk com rock clássico, folk, pop torto, música eletrônica vigorosa. Está tudo abaixo.

Se 2010 não nos deu tantos discos obrigatórios, este 2011 está recheado de coisas boas, interessantes, empolgantes (como 2001, como 1991). Já passaram por aqui Odd Future, Foster the People, Spoek Mathambo, Smith Westerns. Agora é a vez de…

Maria Taylor – Cantora de voz às vezes doce às vezes rascante. Grava pela Saddle Creek, gravadora de Omaha famosa por ser a casa do Bright Eys-Conor Oberst. Taylor chega ao quarto disco com “Overlook”. Dele vem “Matador”, na qual Taylor suspira: “Everyday is a new day/ Outside the door”.

St. Vincent – É como ficou conhecida Annie Clark, norte-americana que adora cantar sobre melodias nada óbvias. St. Vincent não vai pelo caminho mais fácil do padrão pop: suas músicas são cheias de barulhos e arranjos meio complexos. É o tipo de cantora que não foi feita para este tempo. St. Vincent pertence a uma época em que os discos ainda importavam. “Strange Mercy”, o terceiro dela, é homogêneo, feito para ser ouvido por inteiro. Por isso, seguem duas: “Cruel” e “Surgeon”.

Cruel

Surgeon

The Drums – Na Inglaterra, há uma expressão para classificar os times de futebol que não brigam pelo campeonato e nem são tão ruins a ponto de serem rebaixados: “mid-table obscurity”. A mediocriadade os renega ao meio da tabela. Pensei nisso quando ouvi e reouvi “Portamento”, o segundo disco do Drums. A faixa “Money” é como uma vitória fora de casa.

The Rapture – Acabou de sair o terceiro disco da banda de dance-punk que nos deu a (até hoje) ótima “House of Jealous Lovers”. “In the Grace of Your Love” é um disco que vai da guitarra roqueira dos anos 1970 ao electro dos 1990. Quando eles acertam, fazem você ir ao céu; mas algumas músicas são realmente constrangedoras.  Vamos ficar nos acertos: “How Deep Is Your Love”, o single, é uma ode à pista de dança – feita por gente com mais de 30 anos. “Sail Away “, “Come Back to Me” e “Roller Coaster” são outras quentes.

Gui Boratto – Melhor produtor brasileiro de eletrônica? Talvez. Gui Boratto volta novamente ao noticiário (e às pistas) com “III”. Um dos pontos altos do álbum é “Striker”, faixa que remete à EBM dos 1980, mas com uma melodia aveludada característica das produções de Gui Boratto. Dance music existe por causa de faixas como essa.

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011 Cultura pop | 17:27

O maior cabelo afro do mundo

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É de Aevin Dugas, mulher de 36 anos de New Orleans (EUA). Está no Guinness Book.

Demorou 12 anos para crescer e tem 1,32 m de circunferência.

Aevin disse que o cabelo traz “alguns problemas”, como enroscar em árvores e prender em porta de carro.

Abaixo, ela fala um pouco sobre seu cabelo.

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música | 14:19

Jay-Z e o dubstep

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Aonde o dubstep vai parar? Depois da Britney Spears, até o Jay-Z está nessa.

Se a música eletrônica hoje soa inovadora, inquieta e relevante, o dubstep tem grande culpa nisso.

No Reino Unido, nomes como Burial, Skream, Rusko e Benga são grandes. Em 2010, vi Benga e Rusko no Creamfields, gigantesco festival em Liverpool, e os dois fizeram os dois sets mais quentes do evento.

Parente próximo do drum’n’bass, o dubstep pratuicamente não tem melodia nenhuma; é feito de batidas quebradas, sincopadas, que criam um tom escuro, enfumaçado. Começou a se aproximar do pop com o trio Magnetic Man, formado por Benga, Skream e Artwork.

Depois veio a Katy B., qu apareceu em 2009, com 20 anos, apadrinhada pela rádio comunitária londrina Rinse FM. Katy B. empresta sua voz na ótima “Perfect Stranger”, do Magnetic Man.

Aí veio a Britney Spears. Ela pediu ajuda aos superprodutores Dr. Luke e Max Martin para a música “Hold It Against Me”. A dupla colocou (meio timidamente, é verdade) na faixa um trecho de dubstep (ouça aqui; o dubstep entra a partir de 2min20).

Bem, agora o rap se aproxima do dubstep. J. Cole, rapper sob o guarda-chuva do Jay-Z, acaba de soltar “Mr. Nice Watch”. A música, na qual Jay-Z empresta alguns versos, é praticamente inteira feita em cima de batidas de dubstep.

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quarta-feira, 14 de setembro de 2011 música | 15:52

Odd Future, Modest Mouse e… Ash!

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E os polêmicos e incansáveis Odd Future estarão em Paulínia (interior de SP) em 12 de novembro, para show no SWU. Não apenas Tyler the Creator, mas TODOS ELES desembarcam no Brasil – foi o que me disse a organização do festival.

Coletivo de rap formado na Califórnia, o Odd Future (OFWGKTA) é formado por Tyler the Creator, Mellowhype, pela DJ Syd the Kyd, Frank Ocean, Mike G, Hodgy Beats entre outros, incluindo aí o misterioso Earl Sweatshirt, que ninguém (aparentemente) sabe onde está.

Bem, o Odd Future estará no palco New Stage do SWU, junto a bandas como Modest Mouse, Ash, Is Tropical, Bag Raiders e os curitibanos Copacabana Club.

*****

O Modest Mouse valeria mesmo se fosse apenas para vê-los tocar “Float On”, faixa absurdamente pra cima que nos diz: “Alright don’t worry even if things end up a bit to heavy/ We’ll all float on alright/ Already we’ll all float on”.

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Mas o SWU traz também o Ash. Banda que ninguém está dando muita bola (bem, ninguém dava muita bola nem quando eles eram realmente ativos e lançavam álbuns bem decentes, no final dos anos 1990, começo dos anos 2000). Mas a nostalgia bateu, e fiquei bem empolgado com a vinda deles.

Uma das razões que me fazem gostar do Ash é que eles nunca fizeram parte de nenhum “movimento”. Apareceram no auge do britpop, mas não são associados ao britpop. Depois lançaram um ótimo disco em 2001, mas era época de Strokes e cia., e o Ash foi novamente deixado de lado.

Esse alijamento rolou não porque essa banda da Irlanda do Norte seja singular – ao contrário. É música rápida, algumas baladas, mas sempre com guitarras e vocais bem pop.

Com essa fórmula eles produziram “Girl from Mars”, semi-hit dos anos 1990, e o disco “Free All Angels”, de 2001. No meio disso, a irresistível “A Life Less Ordinary”, que esteve na trilha do filme de mesmo nome (“Por Uma Vida Menos Ordinária” – vale ver).

Nos últimos anos o Ash lançou discos, vem fazendo shows em festivais, mas não me lembro de ter ouvido nada tão recomendável. Em 2006, os três integrantes fundadores da banda mandaram embora a (excelente) guitarrista Charlotte Hatherley, que havia entrado no grupo em 1997. Charlotte fazia muito bem à banda.

Em 2010 o Ash passou a tocar com Russell Lissack, que era guitarrista do Bloc Party. Em outubro, Charlotte participará de alguns shows do Ash no Reino Unido para tocar músicas de “Free All Angels” – mas ela não vem ao Brasil.

Abaixo, dois ótimos momentos da banda. A linda “Shining Light” no T in the Park de 2001.

E “A Life Less Ordinary” em Magdeburg, na Alemanha, em 2004.

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