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quarta-feira, 21 de setembro de 2011 música | 19:53

R.E.M.

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E o R.E.M. acabou.

Banda com 15 discos e 30 anos de vida. Ajudou a criar o termo “alternativo” no pop; Peter Buck, um excepcional conhecedor de música, fazia de sua guitarra um instrumento áspero e doce (ao mesmo tempo); colocava temas políticos e sociais em suas letras sem soar ingênua; criava melodias refinadas sem qualquer traço de pedantismo.

Ainda há algo para escrever sobre o R.E.M.? Sempre há. Mas deixo aqui uma pequena homenagem à banda, com músicas de “Up”.

Meu disco preferido do R.E.M. não é nenhum do ótimo início, lá no começo dos anos 1980, com as guitarras altas, a urgência das letras. Nem pertence à fase pop de meados dos anos 1990. Meu disco preferido do R.E.M. é “Up”, que é criminosamente “impopular” tanto entre fãs quanto entre críticos.

Talvez porque “Up” não tenha um hit imediato, riffs memoráveis de guitarra. É uma coleção de canções intimistas, delicadas, às vezes até melancólicas.

“Walk Unafraid”, “Sad Professor”, “Lotus” e “At My Most Beautiful” são faixas lindas, lindas. Músicas que continuo ouvindo e, mais de dez anos depois, não se desgastam. Michael Stipe é uma das figuras mais inteligentes e sensíveis do rock.

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3 comentários | Comentar

  1. 53 Carlos 22/09/2011 14:03

    Nossa . Era uma das minhas banda de rock preferida. Hoje sou mais aberto a escutar e curtir outros ritmos. Mas o r.e.m marcou minha adolêscência. Sei que eles tem poucos admiradores no Brasil.Mas não importa. Suas melodias e letras são ótimas para mim. Obrigado por fazerem rock de bom gosto Michel Stipe e companhia!!!!!Carlos.Picos-Piauí.

  2. 52 casul 21/09/2011 20:32

    adoro

  3. 51 casul 21/09/2011 20:31

    adoro r.e.m

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