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Arquivo de outubro, 2011

quarta-feira, 26 de outubro de 2011 Cultura pop | 13:49

Quando os punks se tornam pais

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O que acontece quando músicos de bandas punk se tornam pais? A essa questão tenta responder o documentário “The Other F Word”, dirigido por Andrea Blaugrund Nevins.

O filme foca suas câmeras em Jim Lindberg, da histórica banda Pennywise, que no passado gritava a música “Fuck Authority” e hoje é um dedicado pai de três crianças (e os integrantes do grupo não entendem como Lindberg não consegue participar tanto das turnês).

Outros músicos famosos participam do documentário, como Flea (Red Hot Chili Peppers), Mark Hoppus (Blink 182), Tim McIlrath (Rise Against), Brett Gurewitz (Bad Religion e fundador da gravadora Epitaph), Lars Fredriksen (Rancid) – até o skatista Tony Hawk aparece para falar sobre suas experiências paternas.

“The Other F Word” já está sendo exibido em festivais americanos e deve entrar em circuito em novembro.

Já li gente descrevendo o filme como engraçado, inspirador, triste e pra cima. Abaixo, o trailer.

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Cultura pop | 13:25

A mensagem secreta do Facebook

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segunda-feira, 24 de outubro de 2011 música | 10:09

A música mais relaxante da história

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A banda britânica Marconi Union juntou-se a terapeutas e neurologistas para criar  “música mais relaxante da história”.

O resultado é a canção “Weightless”, que seria tão eficiente em relaxar o ouvinte a ponto de não ser indicada para quem esteja dirigindo.

Ao lado dos terapeutas, a banda criou a música a partir de um aranjo cuidadoso, feito com o intuito de baixar níveis de pressão arterial, diminuir o batimento cardíaco e reduzir stress.

Cientistas tocaram a faixa para 40 mulheres, e afirmam que a canção foi mais eficaz no relaxamento do que músicas de Enya, Coldplay e Mozart.

Lyz Cooper, fundadora da British Academy of Sound Therapy, disse que a Marconi Union usou teoria científica para produzir a “canção relaxante perfeita”.

Ouça “Weightless” abaixo e comprove se ela é realmente tudo isso.

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sexta-feira, 21 de outubro de 2011 Cultura pop | 16:00

Fã faz pôsteres de 'Dexter' e é convidado para série

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Além de designer gráfico morador da Califórnia, Ty Mattson é fã de “Dexter”.

Ele criou uma série de pôsteres para cada uma das temporadas do seriado, com representações dos principais momentos de cada episódio.

Os produtores de “Dexter” gostaram do resultado e ligaram para Ty. Queriam comercializar os pôsteres. Não só: convidaram o designer para participar de um episódio da série. Ele acabou de gravar uma ponta, como um detetive.

Mas não termina aí: Ty pediu a Michael C. Hall que gravasse uma mensagem para sua secretária eletrônica. E o ator topou. A gravação está no blog dele.

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quinta-feira, 20 de outubro de 2011 música | 14:11

William Shatner, o capitão Kirk, canta 'Bohemian Rhapsody'

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Eterno capitão Kirk de “Jornada nas Estrelas”, William Shatner é, também, cantor.

Aos 80 anos, o ator lança o álbum “Seeking Major Tom”, um “disco conceitual” sobre a “vida espacial”.

“Seeking Major Tom” traz Shatner cantando músicas de David Bowie (claro, “Space Oddity”), Deep Purple (“Space Truckin”), Elton John (“Rocket Man”), Police (“Walking on the Moon”), Black Sabbath (“Iron Man”), Duran Duran (“Planet Earth”), entre outros.

Para fazer o disco, o ator recebeu ajuda de vários músicos: Peter Frampton, Zakk Wilde, Ritchie Blackmore (Deep Purple), Nick Valensi (Strokes), Dave Davies (The Kinks), Alan Parsons, Sheryl Crow e mais.

Abaixo, o vídeo de Shatner cantando o hino “Bohemian Rhapsody”, do Queen.

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cultura | 13:03

Sonho e surrealismo em fotografia

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Egor Shapovalov nasceu e mora na Rússia e tem apenas 23 anos.

Suas fotografias parecem feitas por alguém com mais idade e experiência. São imagens que dão a sensação de melancolia, solidão. Parecem paisagens oníricas, surrealistas.

Mais aqui. E aqui.

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terça-feira, 18 de outubro de 2011 música | 13:35

Stone Roses e uma das mais improváveis voltas do pop

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Quinze anos depois, o grande Stone Roses está de volta.

A banda anunciou nesta terça que voltará a fazer shows (há dois marcados em Manchester, em 29 e 30 de junho de 2012) e músicas (novas canções que eles pretendem tocar ao vivo).

É uma das mais improváveis voltas na música pop: a banda se separou em 1996 depois de shows catastróficos, de brigas feias entre o vocalista Ian Brown e o guitarrista John Squire e de desaparecimentos do baterista Reni (ele sumiu entre 1989 e 1994, período entre o lançamentos dos dois álbuns da banda, e em 1995, quando não apareceu nem para gravar clipe).

John Squire, Mani, Ian Brown e Reni em 2011 - Getty Images

Tudo bem, a banda nunca foi mega, nunca replicou fora do Reino Unido o sucesso alcançado na ilha, lançaram apenas dois discos, a separação foi vexaminosa (após shows ridículos em festivais como Reading e Benicassín), mas a notícia da ressurreição do Stone Roses não é pouca coisa. Contaminado pela memória afetiva, cito alguns motivos para comemorar a boa-nova:

* São excepcionais músicos. Mani é um monstro no baixo, da mesma linhagem de Peter Hook (New Order). John Squire é guitarrista inventivo, que foge do arroz-e-feijão da tradição roqueira; Reni é o melhor deles: baterista incomum, que sabe imprimir força e leveza a uma mesma música. Não à toa, Pete Townshend quis convidá-lo para tocar no Who – e não é qualquer um que pode pegar o lugar que já foi de Keith Moon.

* Ian Brown não tem uma voz poderosa, mas canta em um tom preguiçoso-épico único – e ensinou tudo a Liam Gallagher

* Diferentemente de 99% das bandas roqueiras, o Stone Roses conhecia black music e tinha no funk e no soul uma influência direta (o baixista Mani deve mais ao groove de James Brown do que a qualquer outro músico roqueiro)

* Diferentemente de 99% das bandas roqueiras, o Stone Roses conhecia dance music e tinha na acid house uma influência direta (a faixa “Fool’s Gold” é cria das raves britânicas do fim dos anos 1980)

* Dos seus dois discos, um é péssimo – mas o primeiro é um dos três ou cinco mais completos e criativos discos de estreia da história do rock

* Suas canções eram longe de serem monotemáticas. Ambição, indignação, tédio, amor, sexo e drogas norteiam as faixas de “The Stone Roses”, de 1989

* “Stone Roses”, o disco, é como uma coletânea de faixas muito diferentes entre si, mas que juntas resumem o espírito rave-rock alternativo-faça-você-mesmo do início das década de 1990: “Waterfall”, “Made of Stone”, “She Bangs the Drums”, “Elephant Stone” – o álbum é inteiro feito de hits;

* “Stone Roses”, “Nevermind” (Nirvana) e “Blue Lines” (Massive Attack) são os discos responsáveis por enterrar de vez os anos 1980 e abrir a porta pros 1990.

* o Twitter do Liam Gallagher: “Stone roses getting back together not been this happy since my kids were born…”

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Bom, chega de papo. Abaixo, “I Am the Resurrection” ao vivo em Glasgow em 1990, hino hedonista que continua emocionante.

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sexta-feira, 14 de outubro de 2011 Cultura pop | 13:25

Capas de discos se misturam a paisagens francesas

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A boa rádio francesa Oui FM contratou o fotógrafo Matthieu Raffard para clicar capas de discos clássicos em frente a  paisagens de várias regiões da França.

Mais aqui.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011 música | 19:46

A hora de Asap Rocky

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Aquela história de que é do rap que estão vindo as melhores coisas do pop neste 2011 continua se fortalecendo.

Difícil encontrar grupo mais enérgico e atuante do que o Odd Future do Tyler, the Creator; Kanye West e Jay-Z recuperaram seu trono na música com a impressionante “Otis”; o infalível Nas retorna em ótima forma; J. Cole, nome novo, apresenta o dubstep ao rap com a ajuda de Jay-Z; no Brasil, Criolo é responsável por um show forte e dramático; Rashid lançou bela mixtape com a incrível “Porradão de 5”; Rincon Sapiência produziu a viciante “Elegância”.

Essa é apenas uma pequena parte da história. Que recebe talvez o mais surpreendente nome do rap neste ano: Asap Rocky.

Nascido no Harlem, em Nova York, Asap Rocky tem 23 anos e está para lançar sua primeira mixtape, “Live Love A$ap”.

Como no Odd Future, tudo que cerca Asap Rocky é interessante: as músicas, as referências, o modo como usa a internet (vídeos, MP3) para divulgar vídeos/músicas caseiros, como faz dos shows uma reunião anárquica com seus amigos.

Melhor do que descrever, é observar Asap Rocky num freestyle:

Com o anúncio do lançamento da mixtape, ele está começando a aparecer bem no noticiário. Já foi elogiado pela “Fader” e ganhou perfil no “New York Times”. O título da matéria do “Times”:  “Thinking Globally, Rapping Locally”.

Porque, segundo a análise do jornal, Asap Rocky guarda pouca influência do rap de sua Nova York natal: suas faixas emulam o rap de Houston, de Atlanta, o hyphy de San Francisco.

Referências a drogas, mulheres e à moda estão em suas letras. “Raf Simons, Rick Owens/ Usually what I’m dressed in”, ele canta em “Peso”. Já cantou/citou em entrevistas Alexander McQueen, Alexander Wang, Gucci. Será um dos destaques do antenado projeto Creator’s Project, nos EUA.

Ao vivo, Asap Rocky é impressionante. Abaixo, o hit “Peso” no clube Santos, em Nova York:

“Peso” é a música que fez de Asap Rocky conhecido.

Ele tem também “Wassup”.

E “Get High”.

E “Purple Swag”. Que tem um vídeo que vale a pena, co-dirigido por ele.

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música | 15:42

Beyoncé + Horrors

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Adoro o Horrors. E adoro a Beyoncé.

Logo, não é estranho que eu tenha adorado o que o Horrors fez com “Best Thing I Never Had”.

O grupo neo-gótico inglês pegou a balada r&b da Beyoncé e a transformou em um grito urgente embalado por guitarra alta. A versão foi tocada durante uma sessão para a ótima emissora britânica Radio 1.

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