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Arquivo de janeiro, 2012

terça-feira, 31 de janeiro de 2012 Cultura pop | 12:23

O dedo do meio no cinema

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Este cara fez um clipe com cenas de personagens do cinema usando o… dedo do meio. A música, apropriadamente, é o hit “Fuck You”, do Cee Lo Green.

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Cultura pop | 11:58

Retratos do Oscar

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A Newsweek promoveu uma mesa de conversa com alguns dos candidatos ao Oscar 2012. Gavin Bond, fotógrafo da revista, registrou os atores (e um cachorro) em retratos em preto-e-branco.

Charlize Theron

George Clooney

Tilda Swinton

Michael Fassbender

Viola Davis

Christopher Plummer

Uggie, de "O Artista"

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 música | 17:30

Lana Del Rey: ame ou odeie

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É impossível dissociar “Born to Die”, disco de Lana Del Rey, da avalanche de notícias e comentários proporcionados pela cantora nos últimos meses. A primeira vez que ouvimos falar nesse nome foi no meio de 2011, quando chegou ao YouTube o clipe de “Video Games”. A partir daí, veio uma avalanche de comentários tanto celebratórios quanto raivosos.

Os elogios apontam para a voz sexy, para a estética sessentista, para sua misteriosa história de vida. As críticas miram a voz “fabricada”, o visual “fabricado” (de onde vêm esses lábios??), seu passado “fabricado” (como ela morava num trailer se o pai é rico???). Lana Del Rey: ame ou odeie.

É sempre bom aparecer gente assim, que polariza opiniões, que chacoalha o marasmo no qual vive a maioria dos nomes pop. Não dá para ficar imune a Lana Del Rey. OK, mas e o disco?

“Born to Die” está recheado de melodias bem construídas e é produzido de maneira profissional. Lana Del Rey juntou-se a um grupo de produtores que arquitetaram tanto (boa parte das) letras quanto arranjos. O curioso é que o resultado é tão assimétrico quanto as opiniões sobre a cantora.

O disco é produzido com competência porque não há nada fora do lugar, nenhum excesso. A voz de Lana é baixinha, às vezes apenas sussurros. Os arranjos são aveludados, com poucos elementos. É um clima assumidamente retrô, anos 1960, girl-sweet-pop.

Esse formato joga para o bem e para o mal: dá unidade ao disco, mas o torna cansativo.

“Born to Die” inicia com o quase trip hop da faixa-título; tem a melancólica “Blue Jeans”;  “Video Games” e sua letra cortante (“Heaven is a place on Earth with you/ Tell me all the things you want to do/ I heard that you like the bad girls/ Honey, is that true?”);  a quase-dançante “Diet Mountain Dew” – quando Lana Del Rey acerta, o resultado é emocionante.

Mas muito do disco soa repetitivo, variações de um mesmo tema (“National Anthem”; “Million Dollar Man”). Ou pior: soa genérico. “Off to the Races”, de batida urban, poderia ser uma pedrada na voz de Beyoncé – com Lana, é asséptica. “Radio” e “Carmen” parecem faixas demo da fase “Bedtime Stories” de Madonna.

Altos e baixos são normais em um disco de estreia (de estreia com essa persona; ela já havia gravado um álbum sob o nome Lizzy Grant). Sua recentes desastrosas aparições ao vivo (como no “Saturday Night Live”) podem servir de aprendizado. Lana não possui uma voz potente, não é tecnicamente perfeita – até aí, montes e montes de cantores/vocalistas se dão bem com poucos recursos. Lana é ainda (bem) menor do que a repercussão que irradia, mas algumas faixas de “Born to Die” mostram que isso pode mudar.

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 música | 18:40

Battles e Gui Boratto

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Battles é uma banda inclassificável. Suas músicas são baseadas em guitarras nervosas, não lineares. Não é para quem busca melodia fácil.

Por causa disso, deve ser complicado remixar as músicas do Battles. O desafio foi (muito bem) executado por Gui Boratto. O produtor paulistano foi convidado pela banda a mexer em “Wall Street”, faixa do segundo disco do grupo, “Gloss Drop”, de 2011.

Boratto foi em uma direção diferente à da música original. Em vez do caos criado pelo Battles, pegou pequenas partes da faixa e a remontou com uma certa ordem sonora.

Abaixo, as duas versões de “Wall Street”. O remix do Gui Boratto vai ser lançado junto com um do The Field para “Sweetie & Shag”.

“Wall Street” – Gui Boratto remix

“Wall Street”

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terça-feira, 24 de janeiro de 2012 Cultura pop | 14:22

Por trás de fotografias icônicas

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Jeff Widener e a praça Tiananmen, na China

Você provavelmente não conhece Jeff Widener, Steve McCurry, Neil Leifer, Douglas Kirkland, Lyle Owerko ou Mark Seliger, mas você já deve ter visto as famosas fotografias feitas por eles.

Mostrar quem são os fotógrafos por trás de imagens tão icônicas é a ideia do livro “Behind Photographs”, de Tim Mantoani.

Durante cinco anos, Mantoani tirou 150 fotos para esse projeto, e a maioria foi parar no livro.

“Sentia que havia uma espécie de vácuo, há por aí todos esses anônimos fotógrafos que não ganham o devido crédito”, ele contou à Wired.

Para o projeto, Mantoani usou uma câmera Polaroid 20 x 24 que está se tornando rara e cujo filme não é nada barato (cerca de US$ 200 por clique, segundo a Wired).

Steve McCurry e a garota paquistanesa Sharbat Gula

Neil Leifer, luta entre Muhammad Ali e Sonny Liston

Brent Stirton, captura de gorila em extinção no Congo

Douglas Kirkland, Marilyn Monroe

Harry Benson, os Beatles quando souberam que eram nº1 nos EUA

Lyle Owerko, 11 de Setembro

Mark Seliger, Kurt Cobain

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música | 12:42

Música na Torre Eiffel

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Diretor de clipes como “Born to Die”, da onipresente Lana Del Rey, e “Teenage Dream”, da Katy Perry, o francês Woodkid tornou-se também produtor de música.

Woodkid (nome real: Yoann Lemoine) lançou um EP no ano passado e prepara um disco para este ano. Algumas músicas que estarão no álbum devem ser mostradas em performance que ele realiza hoje, na Torre Eiffel.

A apresentação começa às 17h30 (horário de Brasília) e será transmitida pelo Noisey. A performance será aberta por uma música escolhida pelos fãs.

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012 música | 11:05

Minha primeira canção hardcore

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Conheça a mais nova estrela do rock. O nome dela é Juliet. E ela tem apenas 8 anos. E ela canta hardcore.

Juliet já é uma garota australiana fanática por guitarras pesadas e lançou, no YouTube, sua primeira música, criativamente bem intitulada “My First Hardcore Song”.

A música é rápida (como tem de ser uma música hardcore), com apenas 59 segundos de duração, e tem letra, claro, bem simples (“Meu nome é Juliet/Eu amo Robert e meus peixes…”).

“My First Hardcore Song” foi produzida por Rob Sharpe, amigo da família de Juliet. O vídeo, que já tem mais de 12 MILHÕES  de visualizações no YouTube, foi gravado e editado pela mãe da garota, Tina.

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Cultura pop | 09:34

O orgasmo de 'Harry e Sally' e a história do cinema

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Uma das mais famosas cenas do cinema, a simulação de orgasmo feita por Meg Ryan em “Harry e Sally” foi refeita pelo holandês Matthijs Vlot. Ele adicionou pequenos trechos de outros filmes e animações em sua recriação.

Vlot está se tornando um epecialista em picotar e editar sons e imagens. É dele o remix de “Hello”, de Lionel Richie.

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012 Cultura pop | 11:24

O universo paralelo do cinema

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A ideia não é exatamente nova, mas ainda funciona.

Em uma espécie de universo paralelo do cinema, como seriam feitos alguns filmes clássicos?

Daqui. E, aqui, mais sobre esse universo paralelo do cinema.

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012 música | 15:22

A celebração do Asap Rocky

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Depois de aparecer com a fantástica “Peso” e de soltar faixas produzidas pelo Clams Casino, Asap Rocky é novamente assunto aqui no blog por culpa de “Celebration”.

Rapper do Harlem nova-iorquino, Asap já lançou a mixtape “LIVELOVEA$AP”, assinou contrato milionário com a Sony, armou turnê grande pelos EUA e, parece, prepara seu primeiro disco oficial.

Enquanto esse disco não vem, Asap Rocky solta “Celebration”, música que não era totalmente desconhecida, mas que ganhou o devido tratamento em estúdio e já pode ser ouvida.

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