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Arquivo de agosto, 2012

sexta-feira, 31 de agosto de 2012 música | 17:05

As melodias suaves da dupla Isaac Delusion

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Não sei muito sobre o Isaac Delusion, apenas que são uma dupla francesa e estão sob o guarda-chuva do selo Cracki Records.

A beleza do Isaac Delusion está em criar melodias que deslizam suavemente, com contornos pop, eletrônico, folk.

Eles lançaram neste ano um EP, “Midnight Sun”, e estão para lançar outro – que deve ter a linda “Early Morning”. As duas faixas seguem abaixo.

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Cultura pop | 15:42

Sopa Campbell's lança lata comemorativa a Andy Warhol

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Há 50 anos, um certo Andy Warhol realizava sua primeira exposição individual na Ferus Gallery, em Los Angeles. Ali, o artista de 24 anos exibiu “32 Campbell’s Soup Cans”, trabalho que usava as latas de sopa Campbell’s como referência.

Para marcar a data, a empresa que fabrica a sopa Campbell’s colocará no mercado norte-americano, a partir deste domingo (2 de setembro), 1,2 milhão de latas estilizadas em homenagem a Warhol.

Nunca é demais lembrar que, quando Warhol exibiu seu trabalho em 1962, a empresa estudou processar o artista – só desistiu da ideia quando percebeu que as pinturas estavam se tornando ícones artísticos.

Cada lata custará 75 centavos de dólar, e serão vendidas apenas nas lojas da marca Target (e apenas no sabor tomate).

fotos de Mel Evans

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quinta-feira, 30 de agosto de 2012 música | 13:17

Billie Holiday e a melhor música de protesto do mundo

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Até os anos 1930, o linchamento de negros nos EUA (principalmente no sul do país, mas não só) era algo que acontecia com certa frequência. Brancos espancavam e matavam suas vítimas e, depois, penduravam os corpos em árvores. Segundo estimativas, entre 1889 e 1940 mais de 3.800 pessoas foram linchadas nos EUA.

Foi nesse ambiente que surgiu “Strange Fruit”. “Árvores do sul produzem uma fruta estranha/ Sangue nas folhas e sangue nas raízes/ Corpos negros balançando na brisa do sul/ Frutas estranhas penduradas nos álamos”, são os primeiros versos da canção imortalizada por Billie Holiday.

Para o lendário produtor musical Ahmet Ertegun, a música “foi uma declaração de guerra. O início do movimento pelos direitos civis”.

A história dessa canção é descrita em “Strange Fruit: Billie Holiday e a Biografia de uma Canção”, imperdível livro de David Margolick. Lançado originalmente nos EUA em 2001, ganha edição brasileira pela Cosac Naify, com tradução de José Rubens Siqueira.

Mais do que opiniões, Margolick se apoia em fatos para contextualizar o nascimento e as consequências de “Strange Fruit” – e não é nada condescendente com Billie Holiday.

Billie Holiday tinha 24 anos quando cantou “Strange Fruit” pela primeira vez, no início de 1939, no Café Society, clube de jazz de Nova York frequentado por esquerdistas e, também, negros, em uma época em que a maioria das casas norte-americanas escolhia seus clientes de acordo com a cor da pele. “A única boate de Nova York realmente integrada, um lugar que servia pessoas progressistas e de mente aberta”, escreve Margolick.

Após encerrar a música, o público ficou paralisado. De repente, alguém começou a aplaudir, e depois todos reverenciavam Holiday, uma cantora que “adorava ler romances água com açúcar (…) e cantar sobre amor e romance”.

Billie Holiday gravou “strange Fruit” pela primeira vez em abril de 1939 – saiu pelo selo Commodore (a cantora a regravaria algumas outras vezes). A música dividiu opiniões. Publicações como New York Times, Life e Time abriram espaço para textos sobre a canção.

“Ela bate forte. É como se uma brincadeira de faz-de-conta terminasse e a cantora de blues que vinha escondendo sua tristeza num repertório de canções de amor levantasse a cortina e nos contasse o que a fazia chorar”, escreveu Samuel Grafton no “New York Post”. “É uma obra de arte fantástica, perfeita, que inverte a relação comum entre um artista negro e sua plateia branca: ‘Eu estava divertindo vocês’, ela parece dizer, ‘agora me escutem’.”

Outros críticos descreveram a música com menos entusiasmo. Para John Hammond, “Strange Fruit” foi “artisticamente, a pior coisa que aconteceu a Holiday. O começo do fim de Billie foi ‘Strange Fruit’, quando ela se transformou na queridinha dos intelectuais de esquerda.”

Hammond continua: “Ela começou a se levar a sério, a pensar que era muito importante. Assim que artistas pop começam a achar que estão dando uma contribuição à arte, algo acontece com a arte deles. Ela ficou maneirista, e isso é o que mais detesto em qualquer artista pop.”

A pesquisa de Margolick é farta, e ele apresenta em seu livro até a resposta de Holiday a Hammond: “Ah, John é careta, é só um ricaço que quer mandar na minha vida, dizer pra mim e pra todo mundo como agir”.

A música não foi um hit. Não apenas entre os brancos, mas também entre negros – muitos jovens achavam que a canção poderia insuflar o ódio racial. Várias rádios se recusaram a tocar a música. Não eram incomuns apresentações em que parte do público se levantava quando “Strange Fruit” era cantada.

“Strange Fruit” foi interpretada por vários outros cantores (Siouxsie and the Banshees, Josh White, UB40, Tori Amos), mas ninguém, nem mesmo Nina Simone, conseguiu se apropriar da música como Billie Holiday – e a própria autoria da canção gerou controvérsias.

Billie Holiday chegou a dizer (inclusive em sua autobiografia, “Lady Sings the Blues”) que ela havia escrito parte da letra. Em algumas entrevistas, inventava novas histórias sobre o nascimento da canção.

“Strange Fruit” foi composta como um poema por um professor branco, judeu e comunista de Nova York chamado Abel Meeropol. Antes de chegar a Holiday, “Strange Fruit” foi cantada por outras vozes, como a da própria mulher de Meeropol, em alguns encontros.

A canção foi levada a Holiday pelo produtor de um show que ela fazia no Café Society (esse produtor tinha ouvido a música dias antes).

Para Margolick, “Strange Fruit” foi, em parte, causa da decadência de Holiday:  “Uma música que forçou uma nação a confrontar seus impulsos sombrios, que ofendia grande parte do país, uma música que não lhe conquistou nenhum amigo influente que pudesse lhe dar uma mãozinha à medida em que ela mergulhava no abuso de drogas e se envolvia em cada vez mais encrencas com a lei.”

Após ser presa e ver sua voz ser abafada pelo consumo de drogas como heroína, Holiday morreu em 1959, aos 44 anos. Meeropol tinha 83 quando morreu, em 1986.

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quarta-feira, 29 de agosto de 2012 música | 13:28

Os bateristas mais ricos do mundo

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Não há surpresa nos três primeiros lugares da lista feita pelo site Celebrity Networth com os bateristas mais ricos do mundo.

Estão ali Ringo Starr (que fez fortuna com os Beatles), Phil Collins (primeiro no Genesis e depois em carreira solo) e Dave Grohl (ex-Nirvana e atual líder do Foo Fighters).

A lista fica mais curiosa logo depois. Lars Ulrich, do Metallica, tem mais grana do que Charlie Watts, dos Stones?

1- Ringo Starr – US$ 300 milhões (Beatles)
2- Phil Collins – US$ 250 milhões (Genesis, carreira solo)
3- Dave Grohl – US$ 225 milhões (Nirvana, Foo Fighters)
4- Don Henley – US$ 200 milhões (The Eagles)
5- Lars Ulrich – US$ 175 milhões (Metallica)
6- Charlie Watts – US$ 160 milhões (Rolling Stones)
7- Larry Mullen Jr. – US$ 150 milhões (U2)
8- Roger Taylor – US$ 105 milhões (Queen)
9- Joey Kramer – US$ 100 milhões (Aerosmith)
10- Chad Smith – US$ 90 milhões  (Red Hot Chili Peppers)
11- Travis Barker – US$ 85 milhões  (Blink 182, Aquabats)
12- Stewart Copeland – US$ 80 milhões (Police)
13- Alex Van Halen – US$ 75  milhões  (Van Halen)
14- Nick Mason – US$ 75  milhões (Pink Floyd)
15- Tommy Lee – US$ 70  milhões (Motley Crue)
16- Bill Ward – US$ 65  milhões (Black Sabbath)
17- Jon Fishman – US$ 60 milhões (Phish)
18- Carter Beauford – US$ 55 milhões (Dave Matthews Band)
19- Rick Allen – US$ 50 milhões (Def Leppard)
20- Tre Cool – US$ 45 milhões (Green Day)
21- Danny Carey – US$ 40 milhões (Tool)
22- Tico Torres – US$ 40 milhões (Bon Jovi)
23- Max Weinberg – US$ 35 milhões (Bruce Springsteen, Conan O’Brien)
24- Mickey Hart – US$ 30 milhões (Grateful Dead)
25- Bill Kreutzmann – US$ 25 milhões (Grateful Dead)
26- Neil Peart – US$ 22 milhões (Rush)
27- Taylor Hawkins – US$ 20 milhões (Foo Fighters)
28- Questlove – US$ 16 milhões (The Roots, Jimmy Fallon)
29- Steven Adler – US$ 15 milhões (Guns N’ Roses)
30- Mick Fleetwood – US$ 8.5 milhões (Fleetwood Mac)

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012 música | 18:09

Lana Del Rey em três novas músicas

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Oito meses depois do lançamento de seu primeiro (e comentadíssimo disco), Lana Del Rey já tem músicas novas para serem ouvidas.

Três faixas da boca mais famosa do pop hoje (e recém-contratada garota-propaganda da montadora Jaguar) apareceram nesta semana.

São elas: “Big Bad Wolf”, “Playing Dangerous” e “Afraid”, que seguem abaixo.

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segunda-feira, 20 de agosto de 2012 Cultura pop | 12:44

Eclectic Method remixa Bill Murray em vídeo

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O Eclectic Method é um trio especializado em criar colagens unindo áudio e vídeo. Já trabalharam com U2, Fatboy Slim, Public Enemy e vários outros.

Seu mais recente projeto é um remix de Bill Murray, no qual eles picotam e colam cenas do ator desde os tempos do Saturday Night Live. Não deixe de ver até o final.

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sábado, 18 de agosto de 2012 música | 15:25

Discografia de Frank Zappa é digitalizada pela primeira vez

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Pela primeira vez, a discografia original de Frank Zappa pelo selo Barking Pumpkin será digitalizada e vendida no iTunes. A autorização foi dada pela Zappa Family Trust, comandada pela viúva do músico, Gail Zappa.

São 56 álbuns que poderão ser comprados na loja da Apple. Além disso, os 12 primeiros discos de Zappa serão remasterizados e lançados em CD. Por enquanto, o lançamento ainda não chegou no iTunes brasileiro.

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012 Cultura pop | 16:15

Fotógrafo brasileiro produz ensaio com albinos

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Thyfany

“Albinos”. É o título autoexplicativo do impressionante ensaio do fotógrafo Gustavo Lacerda.

Natural de Belo Horizonte, mas morador de São Paulo há anos, Lacerda, 42, produz o trabalho desde 2009. Já fotografou pouco mais de 50 pessoas. Nesse período, “Albinos” já ganhou alguns prêmios, como o Porto Seguro de Fotografia, e teve uma parte adquirida pela Coleção Pirelli Masp de Fotografia. Lacerda deseja lançar o ensaio em livro, apoiado por uma exposição.

“Albinos” tem um impacto imediato. A este blog, Lacerda diz que sua intenção “é deixar [cada imagem] o mais delicada possível, com tons suaves. Isso vai desde a esolha do ambiente até a finalização da foto”. Ainda: o ensaio tenta “captar a beleza singular dos albinos e, por vezes, as sutilezas desse misto de desconforto e orgulho”.

Lacerda já clicou pouco  mais de 50 pessoas, várias delas na Ilha dos Lençois, no Maranhão, “porque é um dos locais que possui uma das maiores incidências de albinos por habitante do mundo. Há um misticismo em torno do lugar, por exemplo, alguns acreditam que a civilização que deu início à ilha ainda vive embaixo das dunas”.

O jornal britânico Daily Mail, que tem um dos sites jornalísticos mais acessados do mundo, publicou parte do ensaio há três dias. A consequência foi imediata, segundo Lacerda: “Lotou minha caixa de e-mails, com gente de toda a Europa querendo falar comigo”.

Segue parte de “Albinos”. Dá para ver o ensaio no site de Lacerda.

Helena e Mariana

Italo e Renan

Miriam

Livia

Marcos, Andreza, André

Gaspar

Patricia

Marcos

Ieda

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música | 12:39

Ouça a nova música da banda Pussy Riot

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A música nem é tão sensacional assim, mas isso é o que menos importa. O que importa é que é uma música nova do Pussy Riot, banda de meninas russas que foram condenadas a dois anos de prisão nesta sexta-feira.

Maria Alyokhina, 24, Nadezhda Tolokonnikova, 22, e Yekaterina Samutsevich, 29, foram presas por “vandalismo motivado por ódio religioso”. Elas haviam protestado contra Vladimir Putin, o presidente da Rússia, dentro de uma igreja de Moscou.

Por meio do jornal britânico “Guardian” a banda soltou uma nova música: “Putin Lights Up the Fires”. O “Guardian” fez uma colagem de imagens do Pussy Riot para montar um clipe.




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quinta-feira, 16 de agosto de 2012 música | 12:53

Karol Conka – "Corre, Corre Erê"

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Um dos principais nomes do novo rap brasileiro, como já dito aqui, Karol Conka está para lançar o primeiro disco. Algumas faixas já circulam há algum tempo tanto em clipes como nos shows – recentemente ela foi uma das atrações do Creator’s Project, em São Paulo.

E foi em meio às obras do Creator’s Project que Karol gravou o vídeo para “Corre, Corre Erê”. A faixa exala frescor, graças em grande parte aos beats do Nave, produtor que trabalha com gente como Marcelo D2, Rashid + Projota + Emicida etc.

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