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Arquivo de dezembro, 2012

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012 Cultura pop | 12:34

A história da música pop recontada em Gifs

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Grandes momentos da música pop. Representados por Gifs. A ideia sensacional partiu do designer e músico Joshua Carrafa.

Beatles e a Abbey Road, “Nevermind”, David Bowie, Dylan e seu show “elétrico” em Newport, o gênio onipresente Rick Astley. Está tudo representado nos Gifs com estática 8-bit de Joshua. “Adoro essa volta dos Gifs que está acontecendo”, ele disse à Fast Company. “É incrível ver o que você pode fazer quando é obrigado a ser criativo em um ambiente restrito.”

Peguei alguns e coloquei abaixo, mas tem muuuuuito mais aqui.

David Bowie lança "Aladdin Sane" em 1973

White Stripes lança "Elephant" em 2003

Em 1965, Dylan toca com guitarra no festival de Newport e é vaiado

Com o vídeo de "Gangnam Style", o sul-coreano se torna "o" nome do pop em 2012

Em 2004, o Flaming Lips faz um dos mais visualmente impactantes shows de rock

"My Beautiful Dark Twisted Fantasy", de Kanye West, é um dos discos mais celebrados de 2010

Em 2001, os Strokes renovam o rock com "Is This It"

Após "Nevermind" (1991), o rock nunca mais seria o mesmo

Rick Astley. "Never Gonna Give You Up" (1987)

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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012 Cultura pop | 12:37

Seriado 'Homeland' é transformado em discos clássicos de jazz

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Os Smiths como games. Picasso e os super-heróis. Capas de discos por Harry Potter. Nesta era do mash-up, não há limites para a convergência de referências.

Veja, por exemplo, o designer Ty Mattson. O norte-americano criou a série “Homeland Vintage Jazz Record Covers”, título auto-explicativo: “Homeland” (o seriado que teve o espetacular último episódio da segunda temporada exibido nos EUA no domingo passado) + capas de discos clássicos de jazz.

A sacada é ótima também porque “Homeland” (principalmente nas cenas protagonizadas por Carrie Mathison, a personagem de Claire Danes) é embedado em trilha de jazz.

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012 Cultura pop | 18:58

Brasileiro desenha músicas dos Smiths como se fossem games 8-bit

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Músicas dos Smiths já foram transformadas em capas de livros; agora, em games do tipo 8-bit. A ideia é do brasileiro Butcher Billy, com o “The Smiths 8-bit Makeover Project”.

O universo “preto e branco monocromático” dos Smiths é repaginado a partir do “multicolorido e alegre” grafismo dos games 8-bit dos anos 1990.

“Esses mundos aparentemente não têm nada a ver um com o outro, mas apenas aparentemente. O que surge dessa combinação é algo entre o escandaloso e o divertido. Algumas das canções ganham outro significado”, explica o artista.

Vi aqui.

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música | 16:52

Pegasvs (de novo) e Lemonade

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Lemonade + Pegasvs. Não tem erro.

Trio que transforma rock, house, pós-punk, r&b em um global beats (bem) dançante, o Lemonade lançou em 2012 o ótimo “Diver” (e, ainda, um de seus integrantes, Alex Pasternak, produziu “Ilhabela”, segundo disco da paulistana Holger). Para fazer companhia ao disco, a banda chamou gente pra remixar algumas das faixas do álbum.

Primeiro vieram as versões para “Softkiss”, que já foi falada aqui. Agora as escolhidas foram “Ice Water” e “Big Changes”. Entre os sete remixes (tem um do JDH e Chupacabras), vale o feito pela ótima nova dupla espanhola Pegasvs.

Pelas mãos do Pegasvs, “Ice Water” ganha ainda mais brilho.

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terça-feira, 11 de dezembro de 2012 música | 15:24

Da Espanha vem a melhor nova banda do mundo: Pegasvs

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E a melhor banda nova do mundo vem da Espanha.

Espanha, Argentina, Canada. É o que forma o DNA da dupla Pegasvs, do produtor e músico espanhol Sergio Pérez e da vocalista  argentina Luciana Della Villa.

Eles são os responsáveis por “La Melodía del Afilador”, música tão espetacular quanto o vídeo que a acompanha.

Luciana conheceu Sergio durante uma viagem que fez às Astúrias, norte da Espanha. Ela já havia passado por algumas bandas, ele, por várias (de punks a psicodélicas). Isso era 2010.

Nesta boa entrevista ao ótimo site The Quietus, a dupla conta como acharam o tipo de som que queriam fazer:

“Tentamos várias coisas, mas a faixa ‘La Melodía del Afilador’ foi o primeiro exemplo do que queríamos fazer”, conta Luciana. “Queríamos que soasse forte e poderoso – e fresh. Tínhamos a melodia, que vinha do krautrock e gostávamos da ideia de velocidade, como na música ‘Atlantico.”

“Estávamos tentando colocar melodia com noise e rítmo. Pegamos noise experimental e encaixamos em uma estrutura pop. Era isso o que tentávamos fazer”, completa Sergio.

Canada

A fórmula deu muito certo. O Pegasvs chamou a atenção do Canada, coletivo responsável por alguns dos mais singulares clipes feitos recentemente, como “Ice Cream”, do Battles, e “New Lands”, do Justice.

O coletivo expandiu o alcance e abriu uma esperta gravadora para atrair alguns dos bons nomes da nova música espanhola. Aí vieram Astro, Extraperlo e Joe Crepúsculo – e o Pegasvs, o mais surpreendente deles.

O primeiro disco da dupla, homônimo, pode ser comprado/ouvido aqui. Desse álbum, Luciana e Sergio já tiraram três singles, tornaram-se “Gigantes en México” e estão ganhando os ouvidos europeus. Abaixo, outros dois singles do Pegasvs.

“Brillar”

“El Final de la Noche”

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terça-feira, 4 de dezembro de 2012 música | 15:00

Festival Novas Frequências mostra a música de amanhã

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O britânico Actress

Muitas vezes “música experimental” poderia ser traduzida por “ruídos inaudíveis”, “masturbação sonora”, “faixas feitas por quem não tem talento para produzir melodias decentes”. Não é o caso de vários nomes que estarão no festival Novas Frequências.

Em sua segunda edição, o festival reúne 8 artistas de vários países no Rio de Janeiro, entre esta terça (4/12) e domingo (9/12). Uma parte do evento viaja a São Paulo, no sábado (8/12).

Pelo menos três nomes do Novas Frequências são daqueles que fazem hoje o que poderemos ouvir amanhã: Maria Minerva, Actress e Hype Williams.

Maria Minerva nasceu na Estônia e hoje vive em Londres. Faz uma eletrônica lo-fi, sem rebuscamentos. Sua intenção parece ser a de fazer um ritmo disco emergir de texturas ásperas. Tornou-se bem conhecida em 2011, principalmente depois de ser bastante elogiada pelo crítico e pesquisador Simon Reynolds.

Se a música eletrônica ainda é capaz de apontar novos caminhos, um dos culpados disse é o britânico Darren Cunningham, que atende como Actress. Suas músicas vão de batidas-quase-tecno-que-fazem-quase-dançar a faixas que criam atmosferas lisérgicas e abstratas. Seu mais recente disco, “R.I.P.”, é um dos grandes lançamentos eletrônicos de 2012.

Dean Blunt e Inga Copeland formam a dupla Hype Williams. É impossível classificar o tipo de música feito pelo duo. São faixas que lembram lá longe o hip hop, o dub, synth-pop, são colagens feitas a partir de sons desconstruídos e reinterpretados. O último disco do Hype Williams, “One Nation”, saiu em 2011, mas Dean Blunt e Inga Copeland soltaram em 2012 um álbum com seus próprios nomes pelo bom selo de dubstep Hyperdub.

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