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Arquivo de janeiro, 2013

terça-feira, 29 de janeiro de 2013 música | 18:07

O funk globalizado de Zuzuka Poderosa

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Foto: Dave Lichterman

Zuzuka. Poderosa.

Zuzuka Poderosa nasceu no Espírito Santo, filha de pai indonésio, morou no Rio de Janeiro e hoje faz funk carioca em Nova York.

Com um currículo globalizado, Zuzuka não apareceu agora. Aos 31 anos, já cantou com Marcelo D2 e Mr. Catra e atualmente investe na carreira de MC diretamente do Brooklyn, onde mora.

Acaba de soltar um EP, “Carioca Bass”, que traz duas faixas: “Seda” e “Psicodelia”. Além das versões originais, vem com remixes de Nego Moçambique (Brasil), Chrissy Munderbot (Chicago), Sonora (San Antonio), Jubille & Burt Fox (Miami), HxdB (Canadá) e CEE (Malásia). O EP sai pelo selo norte-americano Little Owl.

Abaixo, os remixes de Nego Moçambique (para “Psicodelia”) e Jubille & Burt Fox (“Seda”).

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música | 11:43

A nova do Wavves e por que as gravadoras ainda são importantes

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“O que eu gosto sobre as gravadoras é que elas apresentam e promovem artistas. Isso não existe no iTunes ou na Amazon. É isso o que as gravadoras fazem, e é por isso que eu gosto da minha gravadora. As pessoas enxergam as gravadoras como algo obsoleto, mas há muita alma ali – muita gente que se importa com música, e isso é muito importante.”

As frases acima são de Neil Young, um cara que não tem por que fazer a defesa de nenhuma gravadora.

O senso comum diz que gravadoras são coisa do passado – viraram algo supérfluo nesse novo mundo no qual a internet demoliu os obstáculos que existiam entre bandas e público. Não concordo – as gravadoras ainda são necessárias, pelo menos parte delas, a parte que faz o negócio direito.

Gravadoras ajudam uma banda a crescer, a se promover, a gravar de forma decente, a contratar um produtor, a masterizar um disco, a pensar e realizar turnês. Ajudam uma banda a moldar identidade.

Como acontece com o Wavves, banda-de-um-homem-só: Nathan Williams. O grupo noise-punk-pop lançou o elogiado “King of the Beach” em 2010 pelo selo Fat Possum. O próximo álbum, “Afraid of Heights”, sai em março por uma nova casa, Mom + Pop. Neste terça, foi divulgada “Demon to Lean On”. Esses dois selos, Fat Possum e Mom + Pop, estão entre os mais interessantes e produtivos quando o assunto é música contemporânea.

Abaixo, listo oito selos que vêm bancando coisas legais na música pop (deixei de fora gravadoras como 4AD, Sub Pop, XL, Warp, Domino, Stones Throw, Merge, Mute, DFA e tantas outras que já têm história estabelecida. Dei preferência para selos jovens ou que estejam se destacando bem atualmente).

PMR – É a casa da Jessie Ware, uma das melhores vozes do pop em 2012, mas não só. É da PMR “o” hit de pista da hora, “White Noise”, parceria entre Disclosure e AlunaGeorge. A música sai oficialmente em março, mas já pode ser ouvida. Artistas: Jessie Ware, Disclosure, Two Inch Punch, L-Vis.

Fat Possum selo antigo, dos anos 1990, que começou especializado em blues do sul dos EUA. Mas o horizonte cresceu, e hoje a Fat Possum é das casas mais atuantes dos EUA. Rock, experimental, indie, punk, rap: não importa o estilo, se a banda for boa, eles lançam. Artistas: Christopher Owens, The Walkmen, Melody’s Echo Chamber, Youth Lagoon, Spiritualized, Mellow Hype.

Hyperdub – Não existiria dubstep sem a Hyperdub. Selo do Kode9 que lançou Burial, talvez o mais original nome da música eletrônica surgido nos últimos anos. Aqui não há espaço para o histrionismo pop de Skrillex – é música cerebral, de tons escuros, pesados. Artistas: Burial, DVA, Hype Williams, Darkstar, Kode9.

Mom + Pop Qual é a mais empolgante nova banda roqueira? Não vejo ninguém à frente da norte-americana Fidlar, dona de “Cheap Beer”. Só por isso já valeria uma menção ao selo Mom + Pop, que acaba de lançar o disco da banda. Mas eles têm mais. Artistas: Fidlar, Poliça, Wavves, Sleigh Bells, Neon Indian.

PAN – Casa de música eletrônica que coloca um pé na pista de dança, mas que cai bem também em casa, no fone de ouvido. Tecno? House? Eletro? A PAN parece desafiar rótulos. Artistas: Lee Gamble, Helm, Heatsick.

Top Dawg – Selo que se deu muito bem ao dar espaço para um (até então) relativamente desconhecido rapper da área de Los Angeles. Pois o recém-lançado disco “Good Kid/ MAAD City” colocou Kendrick Lamar no topo, e por tabela fez da Top Dawg um selo a ser acompanhado. Artistas: Kendrick Lamar, Jay Rock, Ab-Soul, Black Hippy, SchoolBoy Q.

Tri Angle – Não sou contra a retromania, a se espelhar no passado, mas é bom encontrar quem esteja preocupado em olhar para a frente. É o caso do selo Tri Angle. A música que sai dali é indecifrável – podemos até não entender, mas não dá para ficar indiferente. Artistas: Clams Casino, Holy Other, How To Dress Well, AlunaGeorge, Howse, Vessel,

Turbo É a gravadora do Tiga, mas que hoje saiu da sombra do DJ canadense por ser uma das responsáveis pelo (novo) ressurgimento do tecno e do electro. Artistas: Tiga, Duke Dumont, Azari & III, Gesaffelstein.

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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013 música | 10:25

Prince, o novo American Idol

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O título deste post é emprestado da Billboard, a vetusta revista norte-americana que cobre os negócios da música. O caso é que a Billboard será totalmente repaginada visualmente, e para iniciar a nova era, a publicação chamou Prince para estampar a capa.

A Billboard foi até Minneapolis para tentar entender o “mundo Prince”: como o astro usa a tecnologia para se comunicar com os fãs, táticas para promover turnês, posts misteriosos no Twitter, truques de estúdio etc.

Mas Prince não para apenas na Billboard. Nesta terça, o cantor e multiinstrumnentista soltou música nova, “Screw Driver”, por meio do site 20pr1nc3.com.

A bem roqueira faixa é tocada por uma banda de mulheres:  Ida Nielsen (baixo), Donna Grantis (guitarra) e Hannah Ford (bateria). O clipe segue aquela linha de mostrar a letra da música.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013 música | 16:13

O Grizzly Bear está chegando (com a ajuda de remix incrível)

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Apenas com quase quatro minutos notamos que estamos diante de uma faixa do Grizzly Bear, banda nova-iorquina que em 2012 lançou aquele que é talvez seu melhor disco, “Shields”.

“Gun Shy” é totalmente desvirtuada pelo remix feito pelo norueguês Lindstrom. É como estar sozinho no quarto em um fim de tarde e, de repente, ser transportado para uma festa incontrolável. Original e remix seguem abaixo (confesso, gosto mais do remix).

O Grizzly Bear, não custa relembrar, está finalmente chegando ao Brasil. Em meio à turnê sul-americana, a banda dona do hit “Yet Again” faz shows em São Paulo (3 de fevereiro, Popload Gig – Cine Joia) e Rio (5 de fevereiro, Circo Voador). Depois, o grupo passa por Ásia e continua série de apresentações nos EUA.

Será, provavelmente, o primeiro grande show de 2013.

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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013 música | 18:03

A nova (nem tão nova) música do Black Rebel Motorcycle Club

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Das mais prolíficas bandas dos anos 00, o Black Rebel Motorcycle Club aparece com música nova que na verdade não é nova.

“Let the Day Begin” é o primeiro single de “Specter at the Feast” o sétimo disco do trio, que ganhará vida em março. A faixa é cover de um semi-hit do grupo The Call, que existiu nos anos 1980 e 1990.

Tem uma razão para a música ter sido gravada pelo BRMC. Michael Been, vocalista e guitarrista do Call, era pai de Robert Been, baixista do BRMC. Michael trabalhava como engenheiro de som do BRMC e morreu vítima de infarto em 2010.

“Let the Day Begin” foi tocada pela rádio norte-americana KROQ neste domingo.

Seguem a versão do BRMC e a original (dá pra baixar o single do BRMC no site da banda).

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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013 Cultura pop | 15:54

Onde está Momo?

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Momo é o cachorro acima, que mora no Canadá com o designer Andrew Knapp. Agora tente encontrá-lo nas imagens abaixo.

Knapp teve a ideia de fotografar lugares em Ontario com Momo se “camuflando” na paisagem. A série pode ser acompanhada tanto no GofindMomo.com como pelo Instagram de Knapp. Achei aqui.

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013 música | 17:07

Banda Dorgas homenageia Hortência em clipe

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A música não é exatamente nova – existe há mais de um ano e vem sendo tocada pela banda -, mas agora ganhou clipe ótimo e prepara o terreno para o primeiro disco do Dorgas.

Dorgas e “Hortência”. Primeiro ela. “Hortência” é uma homenagem à, eterna rainha do basquete brasileiro e capa de uma das edições mais polêmicas/comentadas/vistas da Playboy nacional (em 1988). “É uma ode às mulheres mais velhas”, disse à Soma o tecladista e vocalista Gabriel Guerra.

Para quem não conhece essa inclassificável banda carioca, “Hortência” é uma boa entrada. Porque estão ali psicodelia, funk e um refrão pegajoso (“Então me segura/ Vem minha musa/ É uma questão do tempo que excita/ Se eu como sua mãe/ Eu como sua mãe/ Eu como sua mãe”).

Dirigido por José Menezes e André Dip, o clipe de “Hortência” segue abaixo. O Dorgas soltou ainda, como lado B, a não menos recomendável “Al Di Meola’s Lamento”.

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013 Cultura pop | 15:58

Debbie Harry em fotos: 1977-1988

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Claro que não dá pra dizer que Debbie Harry era apenas um rosto dentro da revolução musical do final dos anos 1970, mas dá pra dizer que ela era O rosto da revolução musical do final dos anos 1970.

Com o Blondie, Debbie Harry engrandeceu o punk, o pós-punk, a new wave e a disco e outras tantas coisas legais que apareceram naquela época tão abençoada da música pop.

E o rosto de Debbie Harry volta a ser o foco do noticiário com a abertura da exposição “Debbie Harry Queen of Punk: Portraits by Brian Aris”, que abre nesta quinta (dia 17) na galeria londrina Proud (fica em cartaz até 17 de fevereiro).

Brian Aris fotografou a musa entre 1977 e 1988. “Ninguém poderia ter ficado mais surpreso quando Debbie entrou no meu estúdio para a primeira foto. Sem a banda, sem a presença de nenhum assessor – apenas aquela garota extremamente linda, educada, de fala mansa, com um look sexy natural, mas devastador”, conta o fotógrafo.

Algumas das imagens estão à venda.

Vi aqui.

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música | 12:06

A$ap Rocky em performance imprevisível no David Letterman

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Em dois minutos, A$ap Rocky muda o que era uma apresentação de rap com pegada r&b, meio lento para algo quase caótico, performático, na companhia de três DJs/produtores: A-Trak, AraabMuzik e Clark Kent.

É essa imprevisibilidade e versatilidade que separam A$ap Rocky de outros nomes comuns – e foi o que ele mostrou nessa espetacular participação no programa do David Letterman.

A$ap começa a apresentação sentado num trono (não dá para não lembrar de Jay-Z e Kanye West) e solta versos de “Long Live A$ap”, faixa que dá título ao seu primeiro (e recém-lançado) disco. Aos dois minutos, tudo muda e “Wild for the Night” eletrifica a atmosfera.

Em disco, “Wild for the Night” tem produção do Skrillex – para fazer o álbum, A$ap chamou gente como Clams Casino, Hit-Boy, Danger Mouse, Santigold, Joey Bada$$, Danny Brown, Drake, 2 Chainz e Kendrick Lamar. É, desde já, um dos discos do ano.

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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013 Sem categoria | 17:02

Dita Von Teese estreia como vocalista em faixa com a dupla Monarchy

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Ex de Marilyn Manson, a celebrada stripper Dita Von Teese estreia como vocalista em uma parceria com a dupla britânica Monarchy.

O Monarchy colocou a voz de Dita dentro de camadas de sintetizadores na faixa “Disintegration”, que já está à venda no iTunes.

A música ganhou clipe no qual Dita interpreta uma dona de casa dos anos 1950 que deixa aflorar fantasias nada caretas. O vídeo foi dirigido pelo israelense Roy Raz e lançado hoje pelo ótimo site Nowness.

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