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Arquivo de março, 2013

segunda-feira, 18 de março de 2013 música | 15:49

Kendrick Lamar encontra Jay-Z

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O “novo rap” encontra a velha-guarda.

Kendrick Lamar em show no SXSW - Foto: Getty Images

Kendrick Lamar, que ao lado de A$ap Rocky e Tyler, The Creator, puxa para a frente a nova geração do rap norte-americano, é responsável pela obrigatória “Bitch Don’t Kill My Vibe”. Poucas faixas causaram impacto tão grande na música feita hoje como esta que é um dos destaques do primeiro disco de KL.

Bem, “Bitch Don’t Kill My Vibe” ganhou uma nova versão – ritmo novo e até letra nova, graças a ele, o marido da Beyoncé.

Essa “Bitch…”-via-Jay-Z já estava circulando desde a semana passada, quando foi tocada numa festa durante o SXSW, em Austin (Texas). Agora temos a versão inteira. E, ao final, a capa do single. Jordan x Kobe???

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domingo, 17 de março de 2013 música | 19:28

"Bow Down/I Been On": A nova música de Beyoncé

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Assim, de repente, sem aviso prévio, em um final de tarde de domingo, Beyoncé solta música nova.

Ainda não se sabe muita coisa sobre “Bow Down/I Been On” (vai estar no próximo disco da irmã da Solange?), apenas que tem a produção de Hit-boy, um dos produtores de “Watch the Throne”, o disco de Jay-Z-Kanye West.

“Bow Down/I Been On” foi colocada no próprio site de Beyoncé. Está abaixo.

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sexta-feira, 15 de março de 2013 música | 14:52

James Blake (e o encontro do geniozinho com o geniozão)

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Aparentemente, não acontece muita coisa em “And Holy Ghost”, a nova música do James Blake.

Mas tem muito nos quatro minutos de “And Holy Ghost”. Um muro grave como pano de fundo; uma melodia austera, quase medieval; ruídos esquisitos; vocais quase imperceptíveis. A forma é abstrata, o clima é litúrgico.

“And Holy Ghost” foi tocada na britânica Radio 1 nesta quinta. Será lançada como lado B do single “Voyeur (Dub)” – esta última estará em “Overgrown”, o segundo disco de Blake, que sai em abril.

James Blake em show nos EUA em 2012 - Foto: Getty Images

James Blake tem 24 anos, mas a solidez e a plenitude de suas músicas remetem a alguém bem experiente.

A pouca idade denuncia: James Blake é um geniozinho. Parece natural, então, que ele tenha ido ao encontro de um geniozão da musica pop: Brian Eno.

O encontro Blake-Eno resultou em “Digital Lion”, faixa monstruosa que também estará em “Overgrown”. “Digital Lion” traz um James Blake mais “convencional” – e por convencional entenda-se “pós-dubstep-com-vocal-soul-tortuoso”, ou coisa do tipo.

Além de “Voyeur (Dub)” e “Digital Lion”, o disco “Overgrown” terá ainda “Retrograde”, mais um exemplo de que a intensidade de James Blake combina tanto com a soul music como com a eletrônica.

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música | 12:48

Os Strokes celebram os Strokes

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E o novo Strokes celebra o velho Strokes.

Natural que uma música tão “Strokes das antigas” como “All the Time” tenha ganhado um vídeo tão celebratório, que compila imagens da banda na estrada – desde aquele 2001 que mudou muita coisa no rock até os shows mais recentes do quinteto (e tem muito Brasil no clipe, desde o Nikolai Fraiture com a bandeira do país nas costas até caixa de som da Gabisom).

Abaixo, a celebratória “All the Time”, faixa que puxa o lançamento de “Comedown Machine”, o quinto disco, que sai no final deste março. Depois, o guitarrista Albert Hammond Jr. nos “velhos tempos”.

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quinta-feira, 14 de março de 2013 música | 14:13

E o Yeah Yeah Yeahs está voltando

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Karen O., agora loira - Foto: Getty Images

Daquela geração do novo rock, nenhuma banda “envelheceu” (entre aspas porque estamos falando de um envelhecimento de apenas 10, 11 anos) tão bem como o Yeah Yeah Yeahs. Por isso o lançamento de “Mosquito”, o quarto disco do trio, em abril, é fato importantíssimo na música pop (pelo menos pra mim, que já comprei o vinil na pré-venda).

Das faixas de “Mosquito”, quatro foram tocadas no excelente show que a banda fez no Stubb’s, em Austin, dentro do interminável festival South by Southwest: “Mosquito”, “Sacrilege”, “Under the Earth” e “Subway”. Com 12 faixas no total, o show teve ainda “Art Star”, “Zero”, “Heads Will Roll” , entre outras.

(E como é legal ver a Karen O. no palco. Diferentemente de 99% dos roqueiros atuais, Karen nos passa a impressão de que está REALMENTE se divertindo no palco. Não para de sorrir, de pular, tem todo o gestual meio teatral. Karen O. comanda.)

Dá para ver/ouvir o show do YYY aqui (mas o áudio não está tãããõ bom, meio “pálido”). Abaixo, outro vídeo da apresentação, com a linda “Maps”.

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quarta-feira, 6 de março de 2013 música | 14:39

Criado em uma era pré-MP3, Chorão reinou no Brasil

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Chorão era maior do que o Charlie Brown Jr., e sua morte deixa órfãos milhões de adolescentes para os quais o vocalista/skatista/santista era um verdadeiro ídolo roqueiro.

As letras de Chorão e as músicas do Charlie Brown Jr. não eram nada complexas ou originais – ao contrário, faixas como “Tudo Que Ela Gosta de Escutar”, “O Coro Vai Comê”, “Zóio de Lula” e tantas outras são tentativas primárias de crônicas juvenis, ingênuas até não poder mais, pano de fundo para um rock que copiava bandas americanas muito mais inventivas, como Rage Against the Machine.

Mas a força do Charlie Brown Jr. estava em Chorão. Em uma época em que a internet engatinhava e o MP3 ainda não havia demolido a indústria da música, ele soube captar e reunir dentro de si os anseios de uma geração teen para quem a geração 80 do pop-rock brasileiro já não dizia mais nada.

Ao lado de Raimundos e Planet Hemp, principalmente, Chorão e o Charlie Brown Jr. representavam o rock inconsequente, juvenil – novo, como o rock é e deve ser. Chorão era profissional, e sempre soube vender uma imagem (isso não é nenhum pecado). Não à toa o CBJr. reinava na MTV, que reverberava a poderosa imagem do vocalista e da banda.

Com a morte de Chorão e o (provável) fim do Charlie Brown Jr., o rock brasileiro perde uma referência, um ídolo à moda antiga. Esse lugar ficou vazio. Alguém irá ocupá-lo?

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sexta-feira, 1 de março de 2013 música | 17:22

Treme. A Gang do Eletro reaparece em clipe

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Treme. Treme. Treme. Treme.

O Pará da Gaby Amarantos, sabemos, tem um interminável horizonte musical. Só no Brega Pop dá pra se perder por vários dias. De toda essa cena, não há nome que eu ache mais impressionante que a Gang do Eletro.

Impressionante porque é a banda que me parece conseguir com perfeição unir as raízes do tecnobrega com referências mundiais, criando uma espécie de tecnoelectromelodyfunk, meio por aí. Não à toa, foi um dos nomes do Sónar que rolou em SP em 2012.

Muito por culpa do esperto produtor/Dj Waldo Squash, que forma a Gango do Eletro com Will Love, Maderito e Keila Gentil. Waldo já remixou de Roberto Carlos a Daft Punk.

A banda está para lançar o primeiro disco, e “Velocidade do Eletro” foi a escolhida para puxar o álbum. A música ganhou clipe filmado nas ruas do bairro do Comércio, em Belém.

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