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quarta-feira, 8 de maio de 2013 música | 16:51

O rap também chora: chegou o sad rap

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Bem-vindo ao sad rap, o rap triste.

O termo foi criado pelo norte-americano Little Pain (na foto acima), rapper de 21 anos baseado no Brooklyn, em Nova York.

Para Little Pain, ele representa “o lado do rap que não está sendo glorificado. Nós estamos adotando a realidade da luta em vez de tentar mostrar um lifestyle que não é o nosso. Somos tristes e orgulhosos”. Foi o que ele disse ao ótimo blog Pigeons & Planes.

Little Pain acaba de lançar online duas faixas, “SMH (Broke Boys Anthem” (que começa com uma criança chorando muito), e “High Cry”. E se prepara para soltar a mixtape “When Thugz Cry” (quando os valentões choram).

Não é a primeira vez que alguém despeja sensibilidade no rap – Drake é um dos nomes mais bem-sucedidos (e criticados) nos EUA justamente por compor letras intimistas, emotivas -, mas nunca ninguém havia ido tão longe, encarado a choradeira como um modo de vida, como Little Pain. “A realidade é que algumas pessoas nasceram tristes e preferem permanecer tristes”, afirma.

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