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quinta-feira, 13 de novembro de 2014 música | 12:38

Containers – “Free of Me”

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Passam fácil as dez músicas deste “Free of Me”, primeiro disco do Containers. Não há oscilações – as faixas meio que se completam e formam um álbum coeso.

Containers é o nome da banda/projeto de Mauricio Catellani, que toca praticamente todos os instrumentos. O vocal é de Angela Ferreira.

Com contornos doces e melódicos, as faixas são todas compostas em inglês. O disco está abaixo.

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quarta-feira, 12 de novembro de 2014 música | 15:58

Gang of Four retorna com Alison Mosshart no vocal

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Gang of Four ou Gang of One?

A lendária banda pós-punk inglesa retornou às ativas em 2004 (e até fez show no Brasil) sob o comando do vocalista Jon King e do guitarrista Andy Gill. Como Jon King saiu do grupo em 2011, resta apenas Andy Gill como integrante original da banda.

E Gill vai lançar mais um disco como Gang of Four – “What Happens Next” sai em fevereiro nos EUA, e tem como vocalista John Sterry (do Gaoler’s Daughter).

O álbum traz participações especiais de gente como Alison Mosshart, a estilosa vocalista do Kills (e do Dead Weather, claro). Um faixa com Alison no vocal, “Broken Talk”, acaba de sair. E, apesar de o GoF estar desfigurado, a música ainda tem a boa pegada dos anos de ouro do grupo.

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segunda-feira, 10 de novembro de 2014 música | 18:15

Taylor Swift virou o principal nome do pop de 2014

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Taylor Swift em show em setembro de 2014 - Ethan Miller/Getty Images

Taylor Swift em show em setembro de 2014 – Ethan Miller/Getty Images

Taylor Swift tornou-se o principal nome da música pop em 2014 – e essa afirmação é corroborada não apenas pela qualidade de seu disco mais recente, “1989”, mas pelos números gerados pelo lançamento.

Quinto álbum da cantora de 24 anos, “1989” chegou às lojas físicas e online em 27 de outubro. Em 4 de novembro, apareceu no topo da lista dos mais vendidos nos EUA, com 1,287 milhão de cópias comercializadas. Quantia astronômica: é o disco que mais vendeu em uma semana desde “The Eminem Show”, lançado em 2002.

Mais: é a primeira artista na história a alcançar mais de um milhão de vendas de um disco em apenas uma semana – os outros dois álbuns anteriores dela, “Red” (2012) e “Speak Now” (2010) também ultrapassaram o milhão de cópias em sete dias. “1989” é, ainda, apenas o 19º disco a bater a marca de sete dígitos em uma semana desde que a atual medição começou a ser feita, em 1991.

E outra: segundo a “Billboard”, “1989” deve bater na casa das 400 mil cópias nesta segunda semana (os números saem no dia 12). Se deixarmos de lado o 1,2 milhão da primeira semana, apenas essas 400 mil cópias já fariam o álbum ser o mais vendido de 2014. A “Billboard” estima que a segunda posição nesta semana ficará com a coletânea “Now 52”, que deve vender entre 60 mil e 70 mil cópias.

Em uma perspectiva histórica, os números alcançados por Taylor Swift são impressionantes. A primeira vez que um artista alcançou o milhão de cópias vendidas de um disco em apenas uma semana foi em dezembro de 1998, com Garth Brooks, por “Double Live”. O álbum que mais vendeu em apenas uma semana foi “No Strings Attached”, do ‘N Sync, em 2000 – o único em que cinco discos atingiram números milionários.

Mas 2000 foi um ano extraordinário para a indústria fonográfica. Naquele ano, na média, os discos chegaram ao topo da parada com 543 mil cópias. Neste 2014, um disco vai ao nº 1 do ranking com apenas 164 mil cópias vendidas. A distância que separa Taylor Swift e o restante é muito maior do que a que havia no início do século.

O mais recente disco de Lady Gaga, “Artpop”, vendeu 258 mil cópias na primeira semana. O de Beyoncé, homônimo, 828 mil. O álbum que estava na liderança de 2014 até Taylor Swift reaparecer, “In the Lonely Hour”, de Sam Smith, vendeu 746 mil cópias até novembro – e foi lançado em maio.

Duas podem ser as explicações para o desempenho gigantesco de “1989”. Primeira: a estratégia comercial. Poucos dias antes do lançamento, Taylor Swift fez uma maratona por TVs e rádios americanas. Passou pelos programas de David Letterman, Jimmy Kimmel, The Voice, Ellen DeGeneres e outros. Interagiu com fãs por meio de redes sociais (Twitter principalmente), estimulando postagens de gente segurando cópias do álbum. Firmou parcerias com empresas diversas, como Coca-Cola e redes de farmácia e supermercados.

Outra explicação: Taylor Swift é uma popstar acima da média – ela sabe cantar e sabe compor. O primeiro single do disco, “Shake It Off”, é uma joia pop de pouco mais de três minutos na qual ela responde ironicamente às críticas que recebe por sair com garotos demais. Já em “Blank Space” ri de si mesma e do meme que virou (a cantora que sempre escreve sobre ex-namorados). Trechos: “Saw you there and thought/ Oh my God, look at that face/ You look like my next mistake” e “Got a long list of ex-lovers/ They’ll tell you I’m insane/ But I’ve got a blank space baby/ And I’ll write your name”.

Com a ajuda dos superprodutores Max Martin e Shellback, Taylor Swift construiu faixas que resgatam o clima pop dançante dos anos 1980, menos frenético do que temos hoje. Tanto em baladas (“Out of the Woods”, “Wildest Dreams”) como em faixas mais para cima (“Bad Blood”, “Style”), as letras personalistas e bem humoradas de Taylor Swift se encaixam harmoniosamente com melodias trabalhadas em sintetizadores.

Ex-rainha da música country, muitos duvidavam que Taylor Swift conseguiria fazer a transposição para a música pop. Os números e as faixas de “1989” mostram que, sim, ela conseguiu.

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música | 12:06

Arctic Monkeys – Antes da chegada ao Brasil, o show na Argentina

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Sexta-feira, dia 14, na Arena Anhembi, em São Paulo, e no sábado, dia 15, na HSBC Arena, no Rio. O Arctic Monkeys finalmente desembarca no Brasil com a AM Tour, a série de shows que percorre o mundo tendo como centro o mais recente disco da banda, “AM”.

E, notícia boa: o show costuma ter pelo menos nove músicas do ótimo disco – apenas “Mad Sounds”, “I Want It All” e “Fireside”, daquele disco, não entram.

Abaixo, o show completo do Arctic Monkeys no Personal Fest, em Buenos Aires, que rolou no sábado (8). Não dá para perder. Depois do vídeo, o setlist.

“Do I Wanna Know?”
“Snap Out of It”
“Arabella”
“Brianstorm”
“Don’t Sit Down ‘Cause I’ve Moved Your Chair”
“Dancing Shoes”
“Teddy Picker”
“Crying Lightning”
“Knee Socks”
“Fluorescent Adolescent”
“Why’d You Only Call Me When You’re High?”
“All My Own Stunts”
“I Bet You Look Good on the Dancefloor”
“Library Pictures”
“Cornerstone”
“Nº 1 Party Anthem”
“Mardy Bum”
“505”

Bis
“One for the Road”
“I Wanna Be Yours”
“R U Mine?”

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quinta-feira, 6 de novembro de 2014 música | 16:06

Twin Peaks ao vivo

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Twin Peaks, ou a melhor banda nova do mundo, está em turnê pelos EUA em que toca as faixas do ótimo segundo disco, “Wild Onion”.

O quarteto passou pela Radio K, emissora de Minnesota, e apresentou ao vivo a faixa “Making Breakfast” – o clipe você encontra aqui.

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quarta-feira, 5 de novembro de 2014 música | 17:04

E aparece um raro registro ao vivo do Velvet Underground

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Em 24 de novembro o Velvet Undergound comemora os 45 anos do (segundo) terceiro disco, “The Velvet Underground”, com uma bestialidade (no bom sentido): uma caixa com seis discos que contêm 65 faixas.

Além do disco original, remasterizado, a caixa terá o álbum em uma versão com um mix mais cru, outra em mono, um disco com faixas que estariam em um disco nunca lançado (mas que saíram depois ou no “Loaded” ou em solo do Lou Reed) e dois discos com shows do Velvet no Matrix, em San Francisco, em novembro de 1969.

Uma dessas faixas ao vivo é o clássico “I’m Waiting for the Man”, em uma versão menos nervosa do que a de estúdio. Abaixo, as duas.

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música | 12:14

FKA Twigs em performance impressionante no Jimmy Fallon

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“Oh meu Deus. Nunca vi nada parecido com isso.”

A frase de Jimmy Fallon ao final da apresentação da FKA Twigs em seu programa dá uma ideia do que foi a performance da cantora, com a faixa “Two Weeks”.

Foi a primeira vez que FKA Twigs se apresentou ao vivo em um programa de TV dos EUA. E ela estreou em grande estilo, meio teatral, dançando com um enorme tecido sob uma iluminação impressionante.

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segunda-feira, 3 de novembro de 2014 música | 17:44

Twin Peaks, ou a melhor banda nova do mundo

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twinpeaks1

Quatro caras de Chicago com cerca de 20 anos formam a banda Twin Peaks, que lançou em agosto “Wild Onion”, disco com 16 músicas que rodam em apenas 40 minutos.

“Wild Onion” não é o primeiro, mas o segundo disco dessa banda que está crescendo pouco a pouco e circulando por festivais como os norte-americanos CMJ e Pitchfork. O álbum de estreia, “Sunken”, meio que passou batido em 2013, não por culpa do Twin Peaks, pois o disco é bem bom,  mas porque saiu em esquema totalmente independente e não recebeu a devida atenção.

O conceito de rock and roll é bem elástico para esses quatro caras. Aglutina riffs rápidos, furiosos e melodias redondas que nos remetem ao britpop; é a união do pré-punk dos Kinks com o pós-punk do Gang of Four.

Soam ótimos tanto em estúdio (em faixas como “Making Breakfast”) como ao vivo (como em “Fade Away”). Tudo o que eu já ouvi-vi desses caras é excelente.

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sexta-feira, 31 de outubro de 2014 música | 15:10

Arca – “Now You Know”

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O venezuelano Arca solta o ótimo disco “Xen” no começo de novembro. Esse produtor de 24 anos que está produzindo o próximo disco da Bjork já foi comentado aqui, com o vídeo de “Thievery”. E, também com direção do designer Jesse Kanda, chega agora o clipe para “Now You Know”, faixa que abre o álbum.

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música | 13:39

Para ouvir agora: Gengahr

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gengahr

É sempre um bom sinal quando uma banda nova é comparada a nomes bem diferentes entre si. É o caso do Gengahr, quarteto londrino que acaba de lançar o primeiro single, “Powder”, pelo selo Transgressive – o disco sai no primeiro semestre de 2015.

Nos textos que estão começando a pipocar sobre o Gengahr, aparecem referências a Alt J, MGMT, The Cure, The Smiths, Unknown Mortal Orchestra e o guitarrista John Victor foi comparado a Johnny Greenwood (Radiohead). As melodias suaves temperadas com uns toques psicodélicos deixam faixas como “Powder”, “Bathed In Light”, “She’s a Witch” e “Fill My Gums with Blood” perfeitas para serem ouvidas numa manhã sossegada.

Fora shows solo, a banda vai abrir uma noite do Maccabees em Liverpool. Já tocaram no Glastonbury em 2014 e, em 2015, coisas grandes devem acontecer.

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