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Posts com a Tag ASAP Rocky

sábado, 24 de março de 2012 música | 14:56

Playlist #2

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A reinvenção de Bobby Womack pelas mãos de Damon Albarn (“Please Forgive My Heart” é o primeiro single do disco que sai em abril). As irmãs Haim. “Midnight City”, do M83, uma das ótimas músicas de 2011, em versão da Saint Saviour. A trinca rap Danny Brown, Swizz Beatz e Big K.R.I.T. Para encerrar, a minha faixa preferida (hoje) do Bowie.

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 música | 17:47

A$ap Rocky no Brasil

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Que boa notícia. O A$ap Rocky está com show marcado no Brasil. Será em 24 de maio, no Cine Joia, em São Paulo, dentro do Popload Gig. Além dele, a noite terá o também nova-iorquino Teophilus London.

O A$ap Rocky é frequentador deste espaço desde outubro do ano passado. Nativo do Harlem, A$ap Rocky é um dos principais nome de uma nova geração do rap norte-americano, ao lado de Odd Future e Kendrick Lamar. É aquele papo que já corre há algum tempo: é do rap que estão saindo algumas das coisas mais interessantes da música pop.

Apesar de ser de Nova York, A$ap Rocky chama a atenção porque faz um rap bem diferente daquele encontrado em sua cidade: pode ser como o de Houston, pode ir até a Bay Area de San Francisco, voltar para o sul dos EUA, sem fixar residência.

Algumas de suas faixas são produzidas pelo requisitado Clams Casino; outras são quase tão enérgicas quanto as de Tyler, the Creator. Já lançou uma mixtape, “LiveLoveA$ap”, assinou com grande gravadora e oprimeiro disco está a caminho.

A$ap Rocky é nome que está acontecendo agora, é música que ajuda a entender 2012. Abaixo, a ótima “Peso”.

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 música | 13:09

Sharon Van Etten e Django Django: o som de 2012

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Qual é/será o som de 2012?

O girl-pop sessentista da Lana Del Rey? A “Love Interruption” do Jack White? O rap incomparável do A$ap Rocky? “Kong”?

Talvez tudo isso, mas não só. “Tramp”, disco da norte-americana Sharon Van Etten, e o inclassificável grupo Django Django também entram na lista.

Sharon Van Etten não é nenhuma novidade. Antes de “Tramp”, já havia lançado dois discos – e antes dos discos havia sido barista e namorava um sujeito que não botava fé em sua música e que constantemente a encorajava a largar a carreira.

“Tramp” é um disco forte, resultado de alguém que sabe exatamente o que está fazendo. Sharon tem uma voz pungente, seca, envolvida por melodias ásperas – lembra às vezes uma jovem PJ Harvey. Nesse sentido, ela está isolada dentro do cenário de cantoras pop: longe do party-pop de Lady Gaga, Beyoncé, Rihanna; do neo-soul de Adele e milhares de outras; do neo-gótico de Zola Jesus.

Um vigor energizante está presente no primeiro single, “Serpents”, que contrasta com a melancolia desesperadora de “Give Out”. Zach Condon, do Beirut, participa de “Magic Chords” e “We Are Fine”. “Warsaw” e “Kevin’s” são densamente lentas. E tem “Leonard”, em que confessa: “I am bad at loving you”.

Abaixo, Sharon Van Etten e “Serpents” no programa do Jimmy Fallon.

“Tramp” deve ser o disco que transformará Sharon Van Etten em um nome bem conhecido. Ela vai começar uma turnê grande pelos EUA e já está escalada para festivais como o South by Southwest (EUA) e o Primavera Sound (Espanha).

Não sei muito sobre o Django Django – sei que é um quarteto originário de Edimburgo e que está baseado em Londres. E que acabaram de lançar o primeiro disco, homônimo. E que é das coisas mais interessantes que ouvi ultimamente.

Música percussiva, quebrada, psicodélica, dançante.  Com harmonias vocais que lembram Beach Boys. Música global, impregnada de referências, como boa parte do que vale a pena no pop hoje.

Classificar “Django Django” é impossível. Faixas como “Waveforms” e “WOR”, por exemplo, têm em comum apenas a interrogação que colocam no ouvinte: onde isso vai parar? Já “Default” ganhou remixes de JD Twitch e do Horrors.

“Waveforms”

“Default”

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012 música | 15:22

A celebração do Asap Rocky

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Depois de aparecer com a fantástica “Peso” e de soltar faixas produzidas pelo Clams Casino, Asap Rocky é novamente assunto aqui no blog por culpa de “Celebration”.

Rapper do Harlem nova-iorquino, Asap já lançou a mixtape “LIVELOVEA$AP”, assinou contrato milionário com a Sony, armou turnê grande pelos EUA e, parece, prepara seu primeiro disco oficial.

Enquanto esse disco não vem, Asap Rocky solta “Celebration”, música que não era totalmente desconhecida, mas que ganhou o devido tratamento em estúdio e já pode ser ouvida.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011 música | 19:46

A hora de Asap Rocky

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Aquela história de que é do rap que estão vindo as melhores coisas do pop neste 2011 continua se fortalecendo.

Difícil encontrar grupo mais enérgico e atuante do que o Odd Future do Tyler, the Creator; Kanye West e Jay-Z recuperaram seu trono na música com a impressionante “Otis”; o infalível Nas retorna em ótima forma; J. Cole, nome novo, apresenta o dubstep ao rap com a ajuda de Jay-Z; no Brasil, Criolo é responsável por um show forte e dramático; Rashid lançou bela mixtape com a incrível “Porradão de 5”; Rincon Sapiência produziu a viciante “Elegância”.

Essa é apenas uma pequena parte da história. Que recebe talvez o mais surpreendente nome do rap neste ano: Asap Rocky.

Nascido no Harlem, em Nova York, Asap Rocky tem 23 anos e está para lançar sua primeira mixtape, “Live Love A$ap”.

Como no Odd Future, tudo que cerca Asap Rocky é interessante: as músicas, as referências, o modo como usa a internet (vídeos, MP3) para divulgar vídeos/músicas caseiros, como faz dos shows uma reunião anárquica com seus amigos.

Melhor do que descrever, é observar Asap Rocky num freestyle:

Com o anúncio do lançamento da mixtape, ele está começando a aparecer bem no noticiário. Já foi elogiado pela “Fader” e ganhou perfil no “New York Times”. O título da matéria do “Times”:  “Thinking Globally, Rapping Locally”.

Porque, segundo a análise do jornal, Asap Rocky guarda pouca influência do rap de sua Nova York natal: suas faixas emulam o rap de Houston, de Atlanta, o hyphy de San Francisco.

Referências a drogas, mulheres e à moda estão em suas letras. “Raf Simons, Rick Owens/ Usually what I’m dressed in”, ele canta em “Peso”. Já cantou/citou em entrevistas Alexander McQueen, Alexander Wang, Gucci. Será um dos destaques do antenado projeto Creator’s Project, nos EUA.

Ao vivo, Asap Rocky é impressionante. Abaixo, o hit “Peso” no clube Santos, em Nova York:

“Peso” é a música que fez de Asap Rocky conhecido.

Ele tem também “Wassup”.

E “Get High”.

E “Purple Swag”. Que tem um vídeo que vale a pena, co-dirigido por ele.

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