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Posts com a Tag Bob Dylan

segunda-feira, 18 de junho de 2012 Sem categoria | 18:31

Pôsteres de rock em pictogramas

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O sueco Viktor Hertz não é novo neste blog. Em julho de 2011, publiquei post sobre seus pictogramas que traduziam canções pop.

Pois ele divulgou seu mais novo projeto. Desta vez, ele reuniu diversos pictogramas em um único pôster para cada artista. Os escolhidos da nova série são Beatles, Dylan, Bruce Springsteen, Bowie, Elvis, Iggy Pop, Johnny Cash e Stones.

Hertz explica melhor o projeto – e dá ainda para comprar os pôsteres.

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Cultura pop | 18:11

Retratos com palavras

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Kurt Cobain

TextPortraits é o nome da série em que o alemão Ralph Ueltzhoefer une palavras e imagens para criar retratos de personalidades da música, do cinema e das artes.

Ele explica: “A tipografia é muito mais do que design gráfico ou ilustração com algum texto colocado dentro. É uma forma de arte que combina fontes cuidadosamente escolhidas e arranjadas com elemtos visuais, sendo em algumas vezes um meio direto de comunicação e em outras uma expressão artística”.

Audrey Hepburn

Amy Winehouse

Andy Warhol

Bob Dylan

Jack Nicholson

John Lennon

Joseph Beuys

Kate Moss

Mick Jagger

Michael Jackson

Pablo Picasso

Jimi Hendrix

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terça-feira, 24 de maio de 2011 música | 11:42

Bob Dylan, 70

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Bob Dylan completa 70 anos neste 24 de maio.

Dylan em 1962

A data motivou o iG a produzir material para ilustrar a importância de Dylan para a cultura pop (e não apenas pop). Quais as 20 canções mais emblemáticas do cantor? Aqui estão nossas escolhas (junto com as dez piores, em lista feita pela americana “Time”). O autor de “The Times They Are A-Changin”  extrapola a música – é analisado e reverenciado em livros e filmes, inclusive com mostra a ser exibida em São Paulo. E, entre alguns dos fatos curiosos de sua extensa carreira, está o de ter sido o Brasil o único lugar a ver Dylan e Rolling Stones tocando juntos “Like a Rolling Stone”.

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Bob Dylan é questão de fé. Seus fãs assistem aos shows como ritos de passagem. Escutam suas canções com a certeza de que, ali, têm alguém em quem ACREDITAR. Dylan, sabe-se, sempre recusou o papel de ídolo. Nunca propagandeou suas letras (pelo contrário, sempre refutou significados atribuídos a elas); nunca marquetou sua imagem; nunca alavancou discos e shows com a ajuda de entrevistas ou aparições em TV.

Para muitos (me incluo nessa), os grandes momentos de Dylan estão em seus primeiros 15 anos de carreira. Entre os 1960 e meados dos 1970, era ele quem melhor traduzia em música as transformações sociais e de costumes. O mundo mudou, e Dylan mudou (à sua maneira) com o mundo. Nos últimos anos, temas como morte, desolação e solidão permeiam suas canções.

Não é uma carreira constante. Pode-se argumentar que os anos 1980 foram duros com Dylan, que outros artistas representam de maneira mais apropriada os dias de hoje, mas isso pouco ou nada importa para quem é fã de Dylan. Porque (pego emprestado uma definição deste texto): Ser um fã de Dylan significa estar em uma viagem, e essa viagem nunca termina.

Abaixo, Johnny Cash em “Don’t Think Twice, it’s Alright”.

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