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quinta-feira, 10 de outubro de 2013 Sem categoria | 12:11

David Bowie e James Murphy: um encontro espetacular

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Teria como dar errado o encontro entre David Bowie e James Murphy? Um dos artistas mais inquietos e surpreendentes dos anos 1970 se aproxima de um dos artistas mais inquietos e surpreendentes dos anos 2000.

A união está em “Love is Lost (Hello Steve Reich Mix)”, remix de música que está no mais recente disco de Bowie, “The Next Day”. Essa versão é um dos destaques do relançamento de “The Next Day”: uma caixa com o álbum em si, mais um disco com dez faixas, entre elas cinco inéditas e dois remixes, além de um DVD com quatro vídeos. Sai no começo de novembro.

O remix é um espetáculo de dez minutos de duração e não à toa tem uma homenagem a Steve Reich, o mestre minimalista, no título (principalmente pelo início com as repetitivas batidas de palmas).

Esse encontro entre James Murphy e David Bowie deu mais certo do que “Reflektor”, faixa do Arcade Fire produzida por Murphy. Ali o Arcade Fire parece desfigurado no mundo disco-punk de Murphy.

O remix de “Love is Lost” trata Bowie com a reverência que ele merece (há até uma citação de “Ashes to Ashes”); o retro-futurismo de James Murphy encaixou com a personalidade classuda de Bowie.

Abaixo, a lista das músicas que estarão no disco extra; o remix pode ser ouvido em seguida.

‘Atomica’
‘Love is Lost’ (Hello Steve Reich Mix)
‘Plan’
‘The Informer’
‘Like A Rocket Man’
‘Born In A UFO’
‘I’d Rather Be High’ (Venetian Mix)
‘I’ll Take You There’
‘God Bless The Girl’
‘So She’

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quarta-feira, 8 de maio de 2013 música | 13:18

12 anos de DFA – O filme

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The Rapture, Juan MacLean, Yacht, Sinkane, LCD Soundsystem, Holy Ghost, Shit Robot, Prinzhorn Dance School, The Crystal Ark. Gente de todas essas bandas/projetos é ouvida em “12 Years of DFA: Too Old To Be New, Too New To Be Classic”, mini-documentário que registra o importante selo DFA.

Mas, mais do que bandas/projetos, a DFA é feita de músicas. “Losing My Edge”, “All My Friends”, “House of Jealous Lovers”, “The City Never Sleeps”, “Psychic City”.  E o filme mostra bem isso, o “DFA sound”, caracterizado principalmente por uma bateria seca (os caras revelam alguns truques).

Em 13 minutos, o documentário resume de forma divertida como funciona o selo. Falta, agora, um documentáro sobre algo que, para mim, é ainda mas interessante do que a DFA: James Murphy.

O cara que criou a DFA é até maior que o selo. Todo o disco-punk não teria acontecido se James Murphy não tivess reunido seus vinis de PIL, Liquid Liquid, ESG e Slits e montado festas em Manhattan e Brooklyn onde misturava tudo isso com Giorgio Moroder e house. E aí ele criou o LCD Soundsystem e fez o manifesto “Losing My Edge” e “All My Friends”. Alguém precisa contar a história de James Murphy.

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