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Posts com a Tag Lana Del Rey

sexta-feira, 19 de julho de 2013 música | 16:17

A beleza negra de Lana Del Rey

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A pouco tempo de sua primeira apresentação no Brasil, como uma das atrações do Planeta Terra, Lana Del Rey solta o que pode vir a ser o primeiro single de seu segundo disco.

A música, em versão demo, é “Black Beauty”, balada que não foge ao estilo classudo das músicas do primeiro disco da cantora.

“Black Beauty” é, também, o nome de um dos livros mais famosos de todos os tempos, escrito por Anna Sewell. No Brasil editado como “Beleza Negra”, a história do cavalo negro ganhou também incontáveis versões para o cinema.

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012 música | 18:09

Lana Del Rey em três novas músicas

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Oito meses depois do lançamento de seu primeiro (e comentadíssimo disco), Lana Del Rey já tem músicas novas para serem ouvidas.

Três faixas da boca mais famosa do pop hoje (e recém-contratada garota-propaganda da montadora Jaguar) apareceram nesta semana.

São elas: “Big Bad Wolf”, “Playing Dangerous” e “Afraid”, que seguem abaixo.

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sexta-feira, 27 de abril de 2012 música | 12:18

Lana Del Rey + Azealia Banks + Foster the People em uma música

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Três das figuras novas mais celebradas do pop, juntas, em uma música.

A história é iniciativa de Mark Foster e Isom Innis, do Foster the People, que também assinam produções dance sob o nome Smims&Belle.

Eles pegaram “Blue Jeans”, hit da Lana Del Rey, adicionaram vocal da Azealia Banks (aquela do hit “212”) e o resultado você ouve abaixo.

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sexta-feira, 20 de abril de 2012 música | 13:16

Lana Del Rey melhora o Kasabian

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“Goodbye Kiss”, do Kasabian, era uma música medíocre. Até chegar a Lana Del Rey.

A tão amada quanto odiada cantora que já nos deu “Video Games” fez um cover da música para o Live Lounge, programa apresentado pela Fearne Cotton na Radio One britânica.

De britpop genérico, “Goodbye Kiss” virou uma irresistível balada. Compare as duas versões.

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quinta-feira, 1 de março de 2012 música | 10:20

The Ting Tings + Lana Del Rey + Ian Brown

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The Ting Tings, Lana Del Rey e Ian Brown. Na mesma música.

Obra do Ting Tings, que num programa da britânica Radio 1 tocou ao vivo, misturadas e de forma acústica, “Born to Die”, da Lana, e “F.E.A.R.”, do Ian Brown.

O resultado é “Born to F.E.A.R.”, que você pode escutar abaixo. Quase na mesma linha, a Lana já havia encontrado os Smiths.

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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012 música | 17:27

Lana Del Rey encontra os Smiths

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E não é que ficou bom?

“Video Games”, da onipresente Lana Del Rey, com o clássico “This Charming Man”, dos Smiths. Feito pelo Reborn Identity.

Para aquecer para a vinda do Morrissey (os ingressos para o show dele em SP já estão esgotados).

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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012 música | 13:09

Sharon Van Etten e Django Django: o som de 2012

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Qual é/será o som de 2012?

O girl-pop sessentista da Lana Del Rey? A “Love Interruption” do Jack White? O rap incomparável do A$ap Rocky? “Kong”?

Talvez tudo isso, mas não só. “Tramp”, disco da norte-americana Sharon Van Etten, e o inclassificável grupo Django Django também entram na lista.

Sharon Van Etten não é nenhuma novidade. Antes de “Tramp”, já havia lançado dois discos – e antes dos discos havia sido barista e namorava um sujeito que não botava fé em sua música e que constantemente a encorajava a largar a carreira.

“Tramp” é um disco forte, resultado de alguém que sabe exatamente o que está fazendo. Sharon tem uma voz pungente, seca, envolvida por melodias ásperas – lembra às vezes uma jovem PJ Harvey. Nesse sentido, ela está isolada dentro do cenário de cantoras pop: longe do party-pop de Lady Gaga, Beyoncé, Rihanna; do neo-soul de Adele e milhares de outras; do neo-gótico de Zola Jesus.

Um vigor energizante está presente no primeiro single, “Serpents”, que contrasta com a melancolia desesperadora de “Give Out”. Zach Condon, do Beirut, participa de “Magic Chords” e “We Are Fine”. “Warsaw” e “Kevin’s” são densamente lentas. E tem “Leonard”, em que confessa: “I am bad at loving you”.

Abaixo, Sharon Van Etten e “Serpents” no programa do Jimmy Fallon.

“Tramp” deve ser o disco que transformará Sharon Van Etten em um nome bem conhecido. Ela vai começar uma turnê grande pelos EUA e já está escalada para festivais como o South by Southwest (EUA) e o Primavera Sound (Espanha).

Não sei muito sobre o Django Django – sei que é um quarteto originário de Edimburgo e que está baseado em Londres. E que acabaram de lançar o primeiro disco, homônimo. E que é das coisas mais interessantes que ouvi ultimamente.

Música percussiva, quebrada, psicodélica, dançante.  Com harmonias vocais que lembram Beach Boys. Música global, impregnada de referências, como boa parte do que vale a pena no pop hoje.

Classificar “Django Django” é impossível. Faixas como “Waveforms” e “WOR”, por exemplo, têm em comum apenas a interrogação que colocam no ouvinte: onde isso vai parar? Já “Default” ganhou remixes de JD Twitch e do Horrors.

“Waveforms”

“Default”

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 música | 17:30

Lana Del Rey: ame ou odeie

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É impossível dissociar “Born to Die”, disco de Lana Del Rey, da avalanche de notícias e comentários proporcionados pela cantora nos últimos meses. A primeira vez que ouvimos falar nesse nome foi no meio de 2011, quando chegou ao YouTube o clipe de “Video Games”. A partir daí, veio uma avalanche de comentários tanto celebratórios quanto raivosos.

Os elogios apontam para a voz sexy, para a estética sessentista, para sua misteriosa história de vida. As críticas miram a voz “fabricada”, o visual “fabricado” (de onde vêm esses lábios??), seu passado “fabricado” (como ela morava num trailer se o pai é rico???). Lana Del Rey: ame ou odeie.

É sempre bom aparecer gente assim, que polariza opiniões, que chacoalha o marasmo no qual vive a maioria dos nomes pop. Não dá para ficar imune a Lana Del Rey. OK, mas e o disco?

“Born to Die” está recheado de melodias bem construídas e é produzido de maneira profissional. Lana Del Rey juntou-se a um grupo de produtores que arquitetaram tanto (boa parte das) letras quanto arranjos. O curioso é que o resultado é tão assimétrico quanto as opiniões sobre a cantora.

O disco é produzido com competência porque não há nada fora do lugar, nenhum excesso. A voz de Lana é baixinha, às vezes apenas sussurros. Os arranjos são aveludados, com poucos elementos. É um clima assumidamente retrô, anos 1960, girl-sweet-pop.

Esse formato joga para o bem e para o mal: dá unidade ao disco, mas o torna cansativo.

“Born to Die” inicia com o quase trip hop da faixa-título; tem a melancólica “Blue Jeans”;  “Video Games” e sua letra cortante (“Heaven is a place on Earth with you/ Tell me all the things you want to do/ I heard that you like the bad girls/ Honey, is that true?”);  a quase-dançante “Diet Mountain Dew” – quando Lana Del Rey acerta, o resultado é emocionante.

Mas muito do disco soa repetitivo, variações de um mesmo tema (“National Anthem”; “Million Dollar Man”). Ou pior: soa genérico. “Off to the Races”, de batida urban, poderia ser uma pedrada na voz de Beyoncé – com Lana, é asséptica. “Radio” e “Carmen” parecem faixas demo da fase “Bedtime Stories” de Madonna.

Altos e baixos são normais em um disco de estreia (de estreia com essa persona; ela já havia gravado um álbum sob o nome Lizzy Grant). Sua recentes desastrosas aparições ao vivo (como no “Saturday Night Live”) podem servir de aprendizado. Lana não possui uma voz potente, não é tecnicamente perfeita – até aí, montes e montes de cantores/vocalistas se dão bem com poucos recursos. Lana é ainda (bem) menor do que a repercussão que irradia, mas algumas faixas de “Born to Die” mostram que isso pode mudar.

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