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Posts com a Tag pop

quarta-feira, 29 de agosto de 2012 música | 13:28

Os bateristas mais ricos do mundo

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Não há surpresa nos três primeiros lugares da lista feita pelo site Celebrity Networth com os bateristas mais ricos do mundo.

Estão ali Ringo Starr (que fez fortuna com os Beatles), Phil Collins (primeiro no Genesis e depois em carreira solo) e Dave Grohl (ex-Nirvana e atual líder do Foo Fighters).

A lista fica mais curiosa logo depois. Lars Ulrich, do Metallica, tem mais grana do que Charlie Watts, dos Stones?

1- Ringo Starr – US$ 300 milhões (Beatles)
2- Phil Collins – US$ 250 milhões (Genesis, carreira solo)
3- Dave Grohl – US$ 225 milhões (Nirvana, Foo Fighters)
4- Don Henley – US$ 200 milhões (The Eagles)
5- Lars Ulrich – US$ 175 milhões (Metallica)
6- Charlie Watts – US$ 160 milhões (Rolling Stones)
7- Larry Mullen Jr. – US$ 150 milhões (U2)
8- Roger Taylor – US$ 105 milhões (Queen)
9- Joey Kramer – US$ 100 milhões (Aerosmith)
10- Chad Smith – US$ 90 milhões  (Red Hot Chili Peppers)
11- Travis Barker – US$ 85 milhões  (Blink 182, Aquabats)
12- Stewart Copeland – US$ 80 milhões (Police)
13- Alex Van Halen – US$ 75  milhões  (Van Halen)
14- Nick Mason – US$ 75  milhões (Pink Floyd)
15- Tommy Lee – US$ 70  milhões (Motley Crue)
16- Bill Ward – US$ 65  milhões (Black Sabbath)
17- Jon Fishman – US$ 60 milhões (Phish)
18- Carter Beauford – US$ 55 milhões (Dave Matthews Band)
19- Rick Allen – US$ 50 milhões (Def Leppard)
20- Tre Cool – US$ 45 milhões (Green Day)
21- Danny Carey – US$ 40 milhões (Tool)
22- Tico Torres – US$ 40 milhões (Bon Jovi)
23- Max Weinberg – US$ 35 milhões (Bruce Springsteen, Conan O’Brien)
24- Mickey Hart – US$ 30 milhões (Grateful Dead)
25- Bill Kreutzmann – US$ 25 milhões (Grateful Dead)
26- Neil Peart – US$ 22 milhões (Rush)
27- Taylor Hawkins – US$ 20 milhões (Foo Fighters)
28- Questlove – US$ 16 milhões (The Roots, Jimmy Fallon)
29- Steven Adler – US$ 15 milhões (Guns N’ Roses)
30- Mick Fleetwood – US$ 8.5 milhões (Fleetwood Mac)

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sexta-feira, 22 de julho de 2011 Cultura pop | 19:09

Canções pop traduzidas em pictogramas

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Como transformar canções pop em símbolos?

O designer Viktor Hertz criou pôsteres de músicas conhecidas usando pictogramas.

Hertz já havia feito coisa parecida com filmes:

Mais no Flickr dele.

O brasileiro Daniel Motta também tem um trabalho nessa linha, com o seu Poptogramas.

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terça-feira, 10 de maio de 2011 música | 09:18

Tyler, a voz de 2011

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“Ei, não faça nada do que eu digo nesta música, ok?”.

É o primeiro verso de “Radicals”.

A faixa segue, com um sem número de “fucks” direcionados a gays, a policiais, a escolas, a religiões, aos padrões de costume.

“Radicals” é uma pedrada niilista que resume o espírito de “Goblin”, o segundo disco de Tyler, the Creator, norte-americano de 20 anos que odeia tudo e todos, mas que deve ser (já é) uma das vozes mais ouvidas dentro da música produzida atualmente.

Tyler possui uma série de características que o colocam como um dos artistas mais irresistivelmente interessantes do mundo. Faz música complexa (letras que vão do agressivo ao paranoico; sarcásticas, violentas, delirantes), de temática abrangente (rap que se aproxima do rock, com referências a skate, TV, cinema) e, não menos importante, ele sabe usar a internet como uma metralhadora de divulgação.

Líder do coletivo de hip hop Odd Future, Tyler pilota um site decente e informativo, desenha camisetas e a capa de seus discos, comanda um Twitter em que dispara mais “fuck” por minuto do que Christian Bale em um dia ruim e dirige vídeos que ganham mais de oito milhões de visualizações no YouTube (abaixo, ele explica, em entrevista em inglês, como fez o clipe de “Yonkers” e fala das letras que brincam com contradições).

Nas 15 músicas de “Goblin”, que acaba de ser lançado, há citações a morte, suicídio, estupro, violência (Por isso há quem coloque Tyler dentro do horrorcore, sub-gênero do rap que tem gente como Necro, Insane Clown Posse, Geto Boys). Mas são temas tratados de maneira surrealística e irônica. E Tyler tem um talento tremendo, cria as letras com uma métrica irrepreensível, com versos que costuram rimas fluidas e desconcertantes.

As bases das músicas são secas, até simplórias. Não há muitos recursos eletrônicos. Tyler coloca sua voz em primeiro plano e é ela que dita o ritmo.


(“Tron Cat”)

“She”, “Fish” e “Analog” são as exceções, faixas que trocam os ruídos nervosos por melodias que lembram o r&b.


(“She”)

Ao vivo, as músicas ganham peso, com energia punk. Como “Sandwitches”, tocada pelo Odd Future no festival Coachella em abril.

Paranoica, verborrágica, sarcástica, niilista. É voz de Tyler, the Creator, é a voz de 2011.

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terça-feira, 26 de abril de 2011 música | 10:01

Bem-vindo, Foster the People

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Blog novo, banda nova.

Há pouco aconteceu o gigantesco Coachella, festival que reuniu Kanye West, Arcade Fire, Strokes, Lightning Bolt, Odd Future, PJ Harvey, Duran Duran e mais um monte de gente. O Lúcio Ribeiro foi e fez uma cobertura bem ampla.

A intrépida Natasha Madov, editora de Ciência do iG, também esteve lá. E voltou falando apenas no Foster the People.

Foster quem?

Foster the People. Banda nova, formada no final de 2009, que lançou apenas um EP de três músicas. Três músicas. Não importa, porque, segundo a Natasha, quando eles tocaram no Coachella, no domingo (17 de abril), a tenda ficou insuportavelmente cheia de molecada.

Lotação que se explica um pouco por eles estarem em casa, na Califórnia, e um pouco por “Pumped Up Kicks”, para mim a mais jovial, alegre e contagiante música que ouço em um bom tempo.

“Pumped Up Kids” lembra ao mesmo tempo várias coisas, e talvez aí esteja o segredo. É Phoenix, Peter, Bjorn and John, Beach Boys e MGMT. Lembra o MGMT de “Kids” e de “Time to Pretend”? O MGMT sem vergonha de ser pop? Então.

***

Foster the People são três: Mark Foster (vocal, sintetizador, teclado), Cubbie Fink (baixo) e Mark Pontius (bateria). Ao vivo, chamam mais dois músicos para ajudá-los no palco.

O “Foster the People” EP saiu no começo do ano. Já o disco, “Torches”, será conhecido em menos de um mês (24 de maio).

Além do Coachella, eles tocaram no South by Southwest e estarão no inglês Glastonbury. E o ótimo Cut Copy (que vem ao Brasil no início de junho) está remixando uma de suas músicas.

As três faixas do trio já foram tocadas por muita gente boa (Annie Mac, Rob da Bank, Annie Nightingale, Zane Lowe) da Radio 1, a mais completa emissora de rádio do mundo. “Pumped Up Kicks” é uma das mais executadas na californiana KROQ.

A melodia de “Pumped Up Kicks” é tão jovial, alegre e cativante que até desvia a atenção da letra séria, sobre um garoto que pega um revólver do pai e vai à escola. “Para mim, isso não tem a ver com violência, mas sim com a falta de família, de amor e isolamento”, disse Foster, sobre a letra, em entrevista à KROQ.

Sobre influências e inspirações, Mark Foster disse que é fã de Aphex Twin e Motown. Ou seja, ele conhece o caminho.

Abaixo, o clipe de “Pumped Up Kicks”.

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