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Posts com a Tag rap

segunda-feira, 2 de março de 2015 música | 19:13

Mark Ronson produz nova música – para o rapper Action Bronson

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Dono de um dos discos (“Uptown Special”) mais bem-sucedidos deste 2015 e de uma música (“Uptown Funk”) que lhe rendeu merecido prêmio de single do ano no Brit Awards, Mark Ronson parece estar em todos os (bons) lugares.

O rapper (e figuraça) norte-americano Action Bronson lança o álbum “Mr. Wonderful” no final de março, e uma de suas faixas tem os beats produzidos por Mark Ronson.

A música chama “Baby Blue”, tem participação do Chance the Rapper e o característico groove funk de Mark Ronson. O áudio da faixa segue abaixo – em seguida, o vídeo da também ótima “Easy Rider”.

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015 música | 13:36

Big Sean reúne Kanye West e Drake em “Blessings”

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Muita gente acha que Big Sean entrará para o círculo dos grandes rappers do mundo com “Dark Sky Paradise”, disco que sai no final de fevereiro e terá participações de nomes como Kanye West, Drake, Pusha T., Jhené Aiko e da namorada de Big Sean, Ariana Grande.

O primeiro single do disco acaba de chegar – e com certa pompa. É “Blessings”, faixa que reúne Kanye West e Drake. Diferentemente do que ocorreu em “Control” (em que a participação de Kendrick Lamar eclipsou Big Sean), desta vez o rapper  não se intimida com os dois bambas.

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terça-feira, 25 de novembro de 2014 música | 17:28

“Cores & Valores” é ruptura dos Racionais com o passado

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Das 15 músicas de “Cores & Valores”, sete se encerram com menos de dois minutos de duração, e apenas três têm mais do que três minutos. Do início ao fim, o disco corre em pouco mais de meia hora.

Sendo um álbum dos Racionais MC’s, a banda mais representativa do rap brasileiro, com 25 anos de estrada e que não lançava um disco há 12 anos, “Cores & Valores” causa estranhamento. Afinal, estamos falando de uma banda que compôs hinos como “Negro Drama”, “Vida Loka”, “Capítulo 4, Versículo 3”, “Diário de um Detento”, “Fim de Semana no Parque”, “Mano na Porta do Bar” – músicas que se desenrolam por mais de cinco minutos e contam histórias com o cheiro das ruas.

Mas a duração de uma música, a  gente sabe, não é condição primordial de qualidade. E em “Cores & Valores” os Racionais usam as faixas não como unidades independentes, mas como peças que se encaixam num quebra-cabeça – bom, pelo menos parte delas.

O disco pode ser dividido em dois. A primeira parte reúne as sete primeiras faixas. “Cores & Valores” (e suas duas “irmãs”, “Cores & Valores – Preto e Amarelo”, “Cores & Valores – Finado ‘Neguim'”), “Somos o que Somos”, “Eu Te Disse” e “Preto Zica”, além da vinheta “Trilha” são faixas que se completam. Mano Brown, Ice Blue e Edi Rock se revezam nos vocais, que são cortados, retrabalhados. As bases fogem do padrão clássico dos Racionais – são mais fluidas e remetem à aproximação do rap norte-americano com a eletrônica.

“Somos o que somos, cores e valores/ pelas marginais os pretos agem como reis/ gostar de nós, tanto faz tanto fez”, manda Mano Brown na faixa de abertura (“Cores & Valores”, e sem sobressaltos entra a segunda música (“Somos o que Somos”), com Ice Blue: “Com sorriso de disfarce, a esperar na solidão/ são meus irmãos, sem fé com ambição”/ fase triste mostra indignação/acúmulo de mágoa, desilusão”.

E aí entra a segunda parte do disco, em que as músicas, aí sim, funcionam com início, meio e fim. O consumismo (e o racismo) é o foco de “Eu Compro (“Eu quero eu compro/ e sem desconto/ à vista/ mesmo podendo pagar tenham certeza que vão desconfiar”).

Soturna, de clima pesada, “A Escolha Que Eu Fiz” é, talvez, a que mais lembra o Racionais de “Sobrevivendo no Inferno” – “No chão por alguns reais/ Missão de risco, ousadia, eu sabia mas sou incapaz/ (…) agora jaz, não dá mais, sou refém do sistema”.

Samples de jornalistas noticiando a briga entre fãs dos Racionais e a PM durante show na Virada Cultural iniciam “A Praça”. A voz de Edi Rock passeia sorbe beats de clima paranóico formado por barulhos e sirenes.

O “Mau e o Bem” é um dos pontos altos. Também com a voz de Edi Rock (Mano Brown aparece menos do que o costume), é um rap-soul em que o ritmo é dado pelo flow de Edi Rock.

Em “Quanto Vale o Show” vemos como Mano Brown sabe fazer rimas espertas. Cita grifes, Kurtis Blow, grifes, carros, bailes sem perder a mão.

O disco termina com “Eu te Proponho”. Outro ponto alto. A faixa sampleia “Castiçal”, uma espécie de ópera-soul-psicodélica do disco mais experimental de Cassiano, “Apresentamos o Nosso Cassiano”, lançado em 1973.

É uma declaração romântica de Mano Brown, que pede: “Baby, vamos fugir desse lugar, baby”. E, ao final, entra Cassiano: “Algo me diz que amanhã a coisa irá mudar/ Só mesmo um grande amor nos faz ter…”.

O amanhã dos Racionais chegou com “Cores & Valores”. É uma ruptura com o passado, mas que faz dos Racionais, uma banda com 25 anos de vida, mais atual do que nunca.

 

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quinta-feira, 13 de março de 2014 música | 15:59

Jay Z, Kanye West, Kendrick Lamar (e Tyler, The Creator) no SXSW

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Jay Z no SXSW 2014 – Getty Images

Talib Kweli, Russell Simmons, Theophilus London e Aloe Blacc foram algumas das personalidades que estavam entre os 4.400 presentes no Austin Music Hall para o show de Jay Z e Kanye West, na quarta à noite, em Austin, dentro do SXSW.

E também o Tyler, The Creator, que conseguiu chegar até a frente do palco e passou várias músicas fazendo crowdsurfing.

A reunião de Jay Z e Kanye West foi emblemática não apenas porque a dupla não subia junta a um palco há dois anos, desde a turnê do disco “Watch the Throne”, mas porque é um lado de duas “batalhas”: a do novo rap vs velho rap e a da Apple vs Samsung.

Jay Z e Samsung são parceiros comerciais desde o lançamento do disco “Magna Carta…”, que poderia ser ouvido logo que saiu via celulares da companhia coreana. Além disso, Kanye West já quase arrumou briga com o Tim Cook, da Apple, quando disse ao executivo: “Pare de tentar arrumar artistas para tocar de graça no seu festival”.

West referia-se ao iTunes Festival, que a Apple promove há algum tempo. E uma das noites do iTunes Festival rolou também na quarta-feira, também no mesmo horário e também em Austin, com os novos Kendrick Lamar e ScHoolboy Q., que se apresentaram no ACL Moody Theater.

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Kanye West no SXSW – Getty Images

Não existe, entre a velha guarda, representada por Jay Z e Kanye West, e a nova geração do rap, que tem em Kendrick Lamar um de seus principais expoentes, uma briga semelhante à de Samsung x Apple. Mas é divertido comparar a grandiosidade musical/lírica de “Watch the Throne” (que pode ser visto/ouvido como uma espécie de declaração de força e de poder de Jay/Kanye), com a energia e a postura de nomes como Kendrick Lamar e ScHoolboy Q.

Enquanto Jay Z e Kanye fizeram um show conjunto, mais ou menos como a turnê de Jay Z e Justin Timberlake, iniciado com faixas de “Watch the Throne” seguido por músicas da carreira solo de cada um dos rappers, Kendrick/Schoolboy se apresentaram separados (Kendrick fechou a noite), em evento feito pela TDE (Top Dawg Entertainment), selo que é a casa de Kendrick e ScHoolboy Q.

Os vídeos do shos de Kanye/Jay Z não estão com o áudio muito bons, mas abaixo dá para ver como foi o início, com “Ham”, e o final, com “Niggas in Paris”.

Em seguida, todo o show de Kendrick Lamar. Vale muito a pena.

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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014 música | 13:04

Marcão Baixada e o rap dos anos 1990

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Marcão Baixada está chegando.

Natural do Rio de Janeiro, mais precisamente da Baixada Fluminense, o rapper Marcão Baixada está para lançar o primeiro disco. Mas, antes, ele soltou o clipe da faixa “Baixada em Cena”.

Voltando ao disco, o álbum vai chamar “Geração 90, o Bug do Milênio”. E segundo o próprio disse a este blog, “vai retratar a sonoridade do rap dos anos 90 e a transformação que essa sonoridade sofreu com os anos 2000”.

O álbum já está com várias músicas prontas e outras sendo finalizadas. Sairá pelo Movimento Enraizados, organização do Rio dedicada ao hip hop e a ações de cidadania que também faz o papel de distribuidora.

“Geração 90” terá faixas produzidas tanto pelo próprio Marcão como por produtores como Sants, Jay Moska, Ualax, Gxlden, TomaDub,  Lukaz Duz Beatz e o francês Arnaud Poinin. O disco terá um rap-rock com guitarra do francês Alias Poet e baixo de Rodrigo Caetano.

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quinta-feira, 17 de outubro de 2013 música | 12:28

Cearense Don L. aparece com o melhor lançamento brasileiro de 2013

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Começa com uma base que remete a trilhas de filmes, com um instrumental lento fazendo sombra para o vocal que desliza macio. Essa é “Morra Bem, Viva Rápido”, que abre a mixtape “Caro Vapor/Vida e Veneno de Don L.”. O clima reaparece em “Doce Dose”, que chega a ser quase uma canção, não um rap.

escrevi neste espaço, quando o rapper soltou o abusado clipe de “Sangue é Champanhe”, que o que mais me chamava a atenção em Don L. era “a versatilidade com que vai de climas mais nervosos a temas quase relaxantes”. Era outubro de 2012. A mixtape “Caro Vapor” reforça essa sensação. (A Vice soltou o material em primeira mão. Dá para ouvir ao final deste texto.)

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O cearense Don L. é parte do grupo Costa a Costa. Em voo solo, o rapper mostra estar com a cabeça aberta e o olhar para a frente. Chamou vários produtores para construírem as bases. Estas fogem do lugar comum, e dão as mãos até para o rock – como em “Cafetina Seu Mundo”, que em 2012 tinha uma versão com sample de Black Keys e que reaparece com uma linha bem roqueira.

A mixtape parte para a festa em faixas que já entregam o que teremos no título: “Rolê dos Loko”, “Depois das 3”, “Beira da Piscina”. Em “Plástico”, ele começa “Oito da manhã, hora dela ir embora/ Jogo fora o amor junto com esse copo de Coca Cola/ Que ela misturou com vodca e algum sintético”.

Em “Slow Jam”, Don L. convida: “Vem tomar um drinque no bar por minha conta/ Vem dançar um slow jam”. Se Wando tivesse feito um rap, soaria mais ou menos assim.

Em “Caro Vapor”, Don L. consegue soar contemporâneo (como em “Gasolina e Fósforo” , que caminha lado a lado com A$ap Rocky) e remete a bons sons do passado, como Bone Thugs N Harmony. Coisa finíssima.

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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013 música | 12:35

A terça-feira que uniu o novo rap dos EUA

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Kendrick Lamar. Tyler, The Creator. A$ap Rocky.

As partes que formam o tripé que levanta o atual novo rap dos EUA estiveram reunidas em Nova York nesta terça (dia 26), tanto em show como na TV.

Sem a ajuda da voz de Drake, mas com um classudo acompanhamento jazzístico, Kendrick Lamar tomou conta do programa do David Letterman.

Para apresentar no talk show, KL escolheu “Poetic Justice”, faixa que em “Good Kid/MAAD City” (um dos grandes discos de 2012) ganha a participação de Drake.

A passagem de Kendrick Lamar por NY (ele é de Compton, na área de Los Angeles) não parou com o Letterman. Pouco depois de sair do programa ele fez um concorridíssimo show no Roseland Ballroom, e chamou para o palco não apenas o 50 Cent (que apareceu em “We Up”), mas o imparável A$ap Rocky. A dupla soltou “Fuckin Problem”, faixa que está no álbum “Long Live A$ap”. Ao vivo, ficou assim:

E a terça-feira nova-iorquina recebeu ainda o furacão Tyler, The Creator. O mais conhecido integrante do Odd Future foi a atração do programa do Jimmy Fallon.

Tyler iniciou a apresentação no Fallon quase irreconhecível. Acompanhado pelos ótimos The Roots (banda de apoio do programa), Tyler aparece ao piano, calmo, deixando a vocalista Coco deslizar em cima da base r&b de “TreeHome”.

Dois minutos depois, Coco deixa o palco, Tyler sai do piano, aparecem Jasper Dolphin e Taco e aí, sim, temos o velho Tyler, The Creator, com a nervosa “Domo 23”, faixa que puxa o disco “Wolf”, que sai no início de abril.

Faz quase dois anos que o novo rap está no comando.

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013 música | 12:06

A$ap Rocky em performance imprevisível no David Letterman

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Em dois minutos, A$ap Rocky muda o que era uma apresentação de rap com pegada r&b, meio lento para algo quase caótico, performático, na companhia de três DJs/produtores: A-Trak, AraabMuzik e Clark Kent.

É essa imprevisibilidade e versatilidade que separam A$ap Rocky de outros nomes comuns – e foi o que ele mostrou nessa espetacular participação no programa do David Letterman.

A$ap começa a apresentação sentado num trono (não dá para não lembrar de Jay-Z e Kanye West) e solta versos de “Long Live A$ap”, faixa que dá título ao seu primeiro (e recém-lançado) disco. Aos dois minutos, tudo muda e “Wild for the Night” eletrifica a atmosfera.

Em disco, “Wild for the Night” tem produção do Skrillex – para fazer o álbum, A$ap chamou gente como Clams Casino, Hit-Boy, Danger Mouse, Santigold, Joey Bada$$, Danny Brown, Drake, 2 Chainz e Kendrick Lamar. É, desde já, um dos discos do ano.

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quarta-feira, 4 de julho de 2012 música | 07:32

Cantor Frank Ocean admite ter tido relação homossexual

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Um dos mais talentosos integrantes do coletivo de rap Odd Future, o cantor Frank Ocean divulgou uma carta pelo Tumblr na qual afirma ter tido uma relação homossexual.

Isso não é pouca coisa, já que 1) o universo do rap, principalmente nos Estados Unidos, é desde sempre majoritariamente machista (para não dizer homofóbico); 2) os próprios integrantes do Odd Future (atração do SWU no ano passado), como Tyler, the Creator, já foram acusados de serem homofóbicos (a dupla Tegan and Sara chegou a acusar Tyler de escrever letras “anti-gays”, e afirmou que ele “não tem como defender o que faz”).

Bem, voltando a Frank Ocean, na carta ele escreve (em tradução livre):

“Quatro verões passados, eu encontrei alguém. Eu tinha 19 anos. Ele também. Nós passamos aquele verão, e o verão seguinte, juntos. Quase todos os dias. (…) Eu costumava dividir a cama com ele. Quando me dei conta que estava apaixonado, aquilo foi nocivo, não havia esperança. (…) Eu contei ao meu amigo como me sentia. Chorava enquanto as palavras saíam de minha boca. (…) Ele tentou, mas não conseguia admitir o mesmo. Ele tinha que se esconder novamente. Era tarde e sua namorada o estava esperando. Ele não falaria a verdade sobre seus sentimentos para mim durante três anos…”.

No corajoso texto, Frank Ocean ainda agradece o apoio recebido de família e amigos. A carta pode ser lida aqui (em inglês).

Pelo Twitter, Earl Sweatshirt, do Odd Future, disse estar “orgulhoso” de Frank. Tyler, the Creator escreveu: “Meu grande irmão finalmente fez isso. Estou orgulhoso desse cara”.

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segunda-feira, 9 de abril de 2012 música | 18:43

Ogi na madrugada

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“Eu Me Perdi na Madrugada” é uma das melhores músicas de “Crônicas da Cidade Cinza”, disco do rapper Ogi. O clipe recém-produzido acompanha bem o espírito da faixa.

O disco pode ser ouvido/baixado por aqui.

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